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		<title>Paradoxo  - Portal Eixos Notícias</title>
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		<description>Coluna Paradoxo  no site Portal Eixos Notícias</description>
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			<title>Paradoxo  - Portal Eixos Notícias</title>
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		<copyright>Copyright 2026 www.eixosnoticias.com.br</copyright>
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			<title>O Alho, o Axé e a Proteção: Entre a Tradição Bíblica e o Simbolismo Afro-Brasileiro</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/10-o-alho-o-axe-e-a-protecao-entre-a-tradicao-biblica-e-o-simbolismo-afro-brasileiro.html</link>
			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
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			<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 14:42:36 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Por Caetano Barata </p><p style="text-align: justify; "><br></p><p style="text-align: justify; ">O alho, elemento aparentemente simples da culinária cotidiana, ocupa lugar de destaque em diversas cosmologias tradicionais. Sua presença como símbolo de proteção atravessa milênios e culturas, conectando narrativas sagradas que vão do Antigo Testamento &agrave;s tradições de matrizes africanas no Brasil.</p><p style="text-align: justify; ">No livro do Êxodo, encontramos uma das mais poderosas imagens de proteção divina: o sangue do cordeiro pascal marcado nos umbrais e nas vergas das portas dos hebreus. Aquele sinal vermelho, colocado por orientação de Mois&eacute;s, separava os escolhidos da destruição, afastava a morte, protegia as casas dos filhos de Israel durante a d&eacute;cima praga do Egito. O sangue nas portas não era mera superstição, mas um pacto visível, um símbolo concreto de aliança e amparo divino. A substância vital do cordeiro tornava-se barreira sagrada contra o mal que percorria as ruas naquela noite terrível.</p><blockquote style="text-align: justify; ">Curiosamente, essa mesma l&oacute;gica simb&oacute;lica de proteção visível ressurge em contextos contemporâneos. No Carnaval da Bahia de 2026, a cantora Claudia Leitte provocou acalorado debate ao mandar colocar um cordão de alho em seu trio el&eacute;trico. O gesto, aparentemente simples, tocou em feridas profundas de uma sociedade que ainda luta contra a intolerância religiosa. Para muitos, o alho pendurado evocava práticas de proteção espiritual associadas &agrave;s religiões de matrizes africanas. Para outros, era apenas um amuleto popular, desprovido de conotação religiosa específica. A polêmica evidenciou o quanto símbolos de proteção continuam sendo territ&oacute;rio de disputa cultural e espiritual no Brasil.</blockquote><p style="text-align: justify; ">Nas tradições de matrizes africanas presentes no país, como o Candombl&eacute; e a Umbanda, os elementos naturais não são meros recursos materiais, mas portadores de força vital, de ax&eacute;, de energia dinâmica que articula o visível e o invisível. Assim como o sangue nas portas do Êxodo estabelecia uma fronteira sagrada entre a vida e a morte, o alho nas tradições afro-brasileiras opera como signo de purificação e proteção.</p><p style="text-align: justify; ">&Eacute; preciso compreender que, nessas tradições, cada folha, raiz ou fruto possui função ritual específica, vinculada a fundamentos teol&oacute;gicos pr&oacute;prios. O alho, por sua natureza pungente, odor marcante e propriedades terapêuticas amplamente reconhecidas na fitoterapia popular, foi incorporado simbolicamente como elemento de limpeza espiritual e proteção energ&eacute;tica. Seu uso, em banhos, defumações e rituais dom&eacute;sticos, associa-se &agrave; ideia de quebra de cargas negativas, descarrego e fortalecimento do campo espiritual.</p><p style="text-align: justify; ">Não se trata de superstição simpl&oacute;ria, como por vezes apregoam discursos preconceituosos, mas de um sistema simb&oacute;lico coerente, tão legítimo quanto o sangue do cordeiro pascal. A força do alho, nesse contexto, opera como signo de purificação. Sua intensidade sensorial traduz, no plano ritual, a capacidade de expulsar aquilo que &eacute; considerado desarm&ocirc;nico ou intrusivo. A metáfora &eacute; potente: aquilo que repele no plano físico, o odor forte, converte-se em barreira simb&oacute;lica contra influências espirituais indesejadas, da mesma forma que o sangue vermelho nas portas criava um escudo visível contra a destruição.</p><p style="text-align: justify; ">Importante frisar que a ideia de afastar espíritos malignos não deve ser lida sob a &oacute;tica dualista simplista de bem versus mal herdada exclusivamente de tradições europeias cristãs, mas dentro da l&oacute;gica pr&oacute;pria das religiões afro-brasileiras, onde o desequilíbrio energ&eacute;tico, a obsessão espiritual ou a interferência de forças desajustadas são tratados por meio de rituais de harmonização e fortalecimento do ax&eacute;.</p><blockquote style="text-align: justify; ">O epis&oacute;dio do trio de Claudia Leitte ilustra como símbolos de proteção continuam vivos e controversos na cultura brasileira. O cordão de alho no trio el&eacute;trico, intencional ou não, dialogava com essa longa tradição de marcas visíveis de amparo espiritual. Assim como os hebreus não escondiam o sangue em suas portas, mas o exibiam como declaração pública de f&eacute; e proteção, o alho pendurado no trio tornava-se declaração visível, pública, festiva at&eacute;, de busca por proteção em meio &agrave; multidão e &agrave; energia intensa do Carnaval.</blockquote><p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m disso, o uso do alho dialoga com saberes ancestrais africanos e indígenas, integrando um patrim&ocirc;nio cultural que resiste historicamente ao apagamento. A oralidade, os fundamentos litúrgicos e o conhecimento das ervas, guardados por mães e pais de santo, constituem verdadeiro sistema epistemol&oacute;gico, transmitido de geração em geração, tão sagrado quanto as escrituras que preservaram a mem&oacute;ria do sangue nas portas do Êxodo.</p><p style="text-align: justify; ">Reconhecer o valor simb&oacute;lico do alho nas tradições de matriz africana &eacute; tamb&eacute;m reconhecer a legitimidade dessas espiritualidades e combater a intolerância religiosa que ainda persiste no Brasil. Quando um elemento natural &eacute; consagrado em ritual, ele deixa de ser apenas mat&eacute;ria: torna-se veículo de sentido, instrumento de proteção e expressão de f&eacute;. Da mesma forma que o sangue do cordeiro não era apenas líquido vital, mas sacramento de aliança, o alho não &eacute; apenas bulbo aromático, mas símbolo carregado de significado espiritual.</p><blockquote style="text-align: justify; ">O alho, portanto, não &eacute; apenas tempero. &Eacute; mem&oacute;ria que conecta Bahia e Jerusal&eacute;m, &eacute; resistência cultural, &eacute; símbolo de cuidado espiritual que atravessa oceanos e s&eacute;culos. &Eacute;, sobretudo, expressão viva de uma herança cultural múltipla que continua a nutrir corpos e espíritos, lembrando-nos de que a busca humana por proteção divina assume formas diversas, mas carrega sempre a mesma essência: a f&eacute; traduzida em gestos concretos, visíveis, que marcam fronteiras entre o sagrado e o profano, entre o amparo e o desamparo.</blockquote><p style="text-align: justify; ">Seja nas portas do Êxodo ou nos trios el&eacute;tricos da Bahia, o símbolo permanece: proteção &eacute; algo que se mostra, que se declara, que se pendura para que todos vejam. E nisso reside sua força mais profunda.</p>]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[Por Caetano Barata O alho, elemento aparentemente simples da culinária cotidiana, ocupa lugar de destaque em diversas cosmologias tradicionais. Sua presença como símbolo de proteção atravessa milênios e culturas, conectando narrativas sagradas que vão do Antigo Testamento &agrave;s tradições de matrizes africanas no Brasil.No livro do Êxodo, encontramos uma das mais poderosas imagens de proteção divina: o sangue do cordeiro pascal marcado nos umbrais e nas vergas das portas dos...]]></description>
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			<title>A impunidade gera a audácia dos maus by Carlos Lacerda</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/9-a-impunidade-gera-a-audacia-dos-maus-by-carlos-lacerda.html</link>
			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
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			<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 03:41:46 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">No Brasil, existe uma percepção quase unânime, atravessando diferentes classes sociais, de que a justiça falha quando se trata dos poderosos. A frase “não vai dar em nada, rico não fica preso” não &eacute; apenas um comentário popular, &eacute; um reflexo de d&eacute;cadas de desigualdade estrutural. As pessoas observam, impotentes, processos que se arrastam por anos nos tribunais, acordos obscuros sendo feitos nos bastidores, e, ao final, uma sensação de impunidade que fortalece o descr&eacute;dito no sistema judicial. Para o cidadão comum, a justiça parece seletiva, aplicada com rigor apenas aos mais vulneráveis.</p><p style="text-align: justify;">Essa percepção &eacute; alimentada por casos de repercussão nacional, em que empresários, políticos e celebridades se beneficiam de manobras legais, liminares e prisões domiciliares enquanto processos seguem lentos. O sentimento popular &eacute; de frustração, e muitos chegam a encarar a lei como algo distante, quase abstrato, que não se aplica de maneira igualitária. A ideia de que “rico não vai preso” se tornou uma esp&eacute;cie de mantra urbano, repetido em rodas de amigos, redes sociais e conversas de bar, consolidando um imaginário coletivo sobre a desigualdade de tratamento perante a lei.</p><p style="text-align: justify;">Essa opinião, no entanto, não &eacute; apenas um julgamento moral, mas uma crítica social. Ela evidencia que a impunidade não &eacute; apenas a ausência de punição, mas um reflexo da estrutura de poder que privilegia quem tem dinheiro, influência e acesso aos mecanismos legais mais sofisticados. O descontentamento popular surge do contraste entre a velocidade com que o pobre &eacute; cobrado e julgado e a lentidão ou at&eacute; mesmo a inexistência de consequências para quem det&eacute;m privil&eacute;gios. Nesse sentido, a frase revela não s&oacute; indignação, mas tamb&eacute;m um diagn&oacute;stico sobre a concentração de poder no Brasil.</p><p style="text-align: justify; ">Apesar do pessimismo implícito nessa visão, &eacute; possível enxergar nela tamb&eacute;m um ponto de mobilização social. O clamor por justiça se transforma em debates públicos, movimentos sociais e pressão por reformas. O Brasil que acredita que “rico não fica preso” &eacute;, ao mesmo tempo, um país consciente da desigualdade, capaz de articular sua indignação e, gradualmente, buscar formas de mudar essa realidade. O desafio está em transformar essa percepção de impotência em ações concretas que enfrentem não apenas os indivíduos, mas todo o sistema que sustenta a impunidade.</p><p style="text-align: justify; ">Caetano Barata: Graduado em Direito FBB &ndash; Faculdade Batista Brasileira, Licenciado em Pedagogia/UNIME; ativista cultural em Simões Filho, ex-membro do COMPIR &ndash; Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial da cidade de Simões Filho. Ex-Conselheiro do CEPA &ndash; Círculo de Estudo, Pensamento e Ação. JR. Bemfica Advocacia e Consultoria.  </p>]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[No Brasil, existe uma percepção quase unânime, atravessando diferentes classes sociais, de que a justiça falha quando se trata dos poderosos. A frase “não vai dar em nada, rico não fica preso” não &eacute; apenas um comentário popular, &eacute; um reflexo de d&eacute;cadas de desigualdade estrutural. As pessoas observam, impotentes, processos que se arrastam por anos nos tribunais, acordos obscuros sendo feitos nos bastidores, e, ao final, uma sensação de impunidade que fortalece...]]></description>
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		</item>
		<item>
			<title>Declarações de Otto Alencar sobre chapa do PT fortalecem ACM Neto e estremecem bases petistas na Bahia</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/8-declaracoes-de-otto-alencar-sobre-chapa-do-pt-fortalecem-acm-neto-e-estremecem-bases-petistas-na-bah.html</link>
			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
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			<pubDate>Wed, 21 May 2025 08:39:59 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em meio &agrave;s articulações para as eleições de 2026 na Bahia, o senador Otto Alencar (PSD) fez declarações contundentes que podem reconfigurar o cenário político do estado. Ao criticar a possibilidade de uma chapa "puro-sangue" do PT para o pleito, o parlamentar não apenas exp&ocirc;s fissuras na base governista como tamb&eacute;m abriu caminho para o fortalecimento da oposição liderada por ACM Neto (União Brasil).</p><p style="text-align: justify;">O recado de Otto e o fantasma de 2006</p><p style="text-align: justify;">Durante entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band, na última quinta-feira (15), Otto Alencar foi direto ao comentar sobre a articulação do PT para montar uma chapa majoritária em 2026 apenas com petistas - que incluiria o atual governador Jer&ocirc;nimo Rodrigues e os ex-governadores Jaques Wagner e Rui Costa.</p><p style="text-align: justify;">"Uma coisa que eu valorizo muito na política &eacute; a avaliação do momento. Qualquer partido que esteja muito hegem&ocirc;nico, e nenhum vai estar em 2026, tá ganho, a eleição tá decidida, pode at&eacute; fazer uma chapa puro-sangue. A última vez não deu certo, foi a de 2006 de Ant&ocirc;nio Carlos Magalhães, com Paulo Souto, Tinoco e Rodolpho Tourinho. Paulo Souto queria Geddel na chapa, ACM não quis, fez puro-sangue e perdeu para Wagner. Então, puro-sangue &agrave;s vezes cansa", afirmou o senador.</p><p style="text-align: justify;">A comparação feita por Otto não poderia ser mais simb&oacute;lica. Ao evocar a derrota do carlismo em 2006, quando ACM Magalhães optou por uma chapa exclusiva do então PFL (atual União Brasil), o senador do PSD estabelece um paralelo hist&oacute;rico que serve como alerta para o PT. A ironia &eacute; que agora o partido que derrotou o carlismo naquela eleição estaria repetindo o mesmo erro estrat&eacute;gico que levou &agrave; queda de seu adversário.</p><p style="text-align: justify;">Rachaduras na base governista</p><p style="text-align: justify;">As declarações de Otto Alencar não surgem isoladamente. Elas refletem um crescente desconforto entre os partidos aliados do governo estadual com a possibilidade de serem preteridos na composição da chapa majoritária para 2026. O PSD, que comanda importantes prefeituras no interior baiano e possui uma bancada expressiva na Assembleia Legislativa, sinaliza que não aceitará passivamente uma eventual exclusão.</p><p style="text-align: justify;">Segundo reportagem do BNews, "a declaração vem em meio a rumores sobre o rompimento da aliança entre os dois partidos na Bahia. Al&eacute;m da perda de uma cadeira no Senado, caso Angelo Coronel seja preterido da chapa, existe mais um motivo para um eventual racha". O veículo ainda destaca que, no âmbito nacional, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, "se articula para ser o vice-presidente ou at&eacute; mesmo candidato a governador de São Paulo no caso de Tarcísio de Freitas (Republicanos) decidir enfrentar Lula nas urnas em 2026".</p><p style="text-align: justify;">Essa movimentação nacional do PSD poderia resultar em uma "imposição da executiva nacional para que os diret&oacute;rios estaduais façam oposição ao PT", o que complicaria ainda mais o cenário para os petistas na Bahia.</p><p style="text-align: justify;">O dilema do PT baiano</p><p style="text-align: justify;">O Partido dos Trabalhadores enfrenta um dilema na Bahia. Por um lado, possui quadros de peso nacional que naturalmente almejam espaços na chapa majoritária de 2026. Por outro, precisa manter a coesão da ampla aliança que garantiu sua hegemonia no estado por quase duas d&eacute;cadas.</p><p style="text-align: justify;">O presidente estadual do PT, &Eacute;den Valadares, já havia ponderado sobre os limites dessa ambição. Conforme reportado pelo Bahia Notícias, Valadares afirmou que "seria diferente para mim. Imagina eu, enquanto presidente do PT, ter uma chapa com o governador do PT e dois senadores do PT. Esse desejo tem um limite. Qual &eacute; o limite dele? N&oacute;s não vamos estourar o grupo por isso".</p><p style="text-align: justify;">Apesar dessa declaração conciliadora, os movimentos recentes do partido indicam uma tendência &agrave; concentração de poder, o que tem gerado apreensão entre os aliados. A fala de Otto Alencar expõe publicamente essa tensão e coloca o PT em uma posição defensiva.</p><p style="text-align: justify;">O fortalecimento de ACM Neto</p><p style="text-align: justify;">Enquanto a base governista enfrenta suas contradições internas, ACM Neto surge como o grande beneficiário desse cenário. O ex-prefeito de Salvador, que já lidera as pesquisas de intenção de voto para o governo do estado em 2026, vê na crise dos adversários uma oportunidade para ampliar seu capital político.</p><p style="text-align: justify;">Segundo pesquisa divulgada pelo G1 em fevereiro deste ano, "o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), tem 42% das intenções de voto na eleição para governador da Bahia em 2026", contra 38% do atual governador Jer&ocirc;nimo Rodrigues. Dados mais recentes do instituto Paraná Pesquisas, publicados pela Gazeta do Povo em março, confirmam essa tendência, mostrando uma "vantagem confortável de ACM Neto, que aparece com chances de vit&oacute;ria ainda em primeiro turno".</p><p style="text-align: justify;">A fragmentação da base governista, evidenciada pelas declarações de Otto Alencar, tende a fortalecer ainda mais a candidatura de ACM Neto. O político do União Brasil pode agora se apresentar como alternativa não apenas ao PT, mas a um modelo de governança que, segundo a narrativa que começa a se construir, estaria se esgotando ap&oacute;s anos de hegemonia.</p><p style="text-align: justify;">Estrat&eacute;gias e contramovimentos</p><p style="text-align: justify;">A reação do PT &agrave;s declarações de Otto Alencar será determinante para o desenrolar do cenário político baiano. O partido tem pela frente o desafio de reafirmar sua liderança sem alienar aliados hist&oacute;ricos como o PSD.</p><p style="text-align: justify;">Uma possível estrat&eacute;gia seria a abertura de espaços na chapa majoritária para representantes de partidos aliados, mesmo que isso signifique abrir mão de candidaturas petistas ao Senado. Outra alternativa seria intensificar o discurso de unidade da esquerda contra o retorno do carlismo, tentando mobilizar a militância em torno de um inimigo comum.</p><p style="text-align: justify;">Para ACM Neto, o momento exige cautela e habilidade para capitalizar as divisões adversárias sem parecer oportunista. O ex-prefeito tem intensificado sua presença no interior do estado, como reportado pelo portal Bahia Econ&ocirc;mica, que destacou que "ACM Neto retoma mobilização no interior e mira 2026", com roteiro que incluiu municípios estrat&eacute;gicos como Ilh&eacute;us.</p><p style="text-align: justify;">Conclusão</p><p style="text-align: justify;">As declarações de Otto Alencar sobre a possível chapa "puro-sangue" do PT para 2026 representam mais que uma crítica pontual. Elas simbolizam o início de um processo de reconfiguração política na Bahia, com potencial para abalar as estruturas de poder consolidadas nas últimas duas d&eacute;cadas.</p><p style="text-align: justify;">Para o PT, o desafio &eacute; equilibrar suas ambições internas com a necessidade de manter a coesão da base aliada. Para ACM Neto, a oportunidade &eacute; capitalizar as divisões adversárias e se apresentar como alternativa viável ap&oacute;s anos de oposição.</p><p style="text-align: justify;">O cenário que se desenha para 2026 na Bahia &eacute; de uma disputa acirrada, onde a capacidade de articulação política e a sensibilidade para os anseios do eleitorado serão determinantes. E, nesse contexto, as palavras de Otto Alencar ecoam como um alerta: "puro-sangue &agrave;s vezes cansa".</p><p></p><div style="text-align: justify; "><b>Caetano Barata</b>, nascido em Terra Nova/Bahia. Graduado em Direito FBB &ndash; Faculdade Batista Brasileira, Licenciado em Pedagogia/UNIME; ativista cultural em Simões Filho, ex-membro do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial da cidade de Simões Filho. Membro do grupo de pesquisa UFBA PDRR - LITERATURA, DIREITO E RELAÇÕES RACIAIS 2022.2. &Eacute; poeta, mediador, conciliador, professor de xadrez, compositor de músicas. já realizou publicações em coletâneas na Editoração CEPA e Òmnira Editoração & Revista, textos publicados em A Tarde e Tribuna da Bahia. Ex-Conselheiro do CEPA &ndash; Círculo de Estudo, Pensamento e Ação.</div><p></p><p style="text-align: justify;"><b>Fontes:</b></p><p style="text-align: justify;">Bahia Notícias: "Otto Alencar cutuca chapa com Rui e Wagner para o Senado em 2026: 'Puro-sangue &agrave;s vezes cansa'"</p><p style="text-align: justify;">Panorama da Bahia: "Chapa puro-sangue &agrave;s vezes cansa, diz Otto Alencar em recado ao PT"</p><p style="text-align: justify;">BNews: "Otto Alencar diz que chapa puro-sangue '&agrave;s vezes cansa' e manda recado: 'A última vez não deu certo'"</p><p style="text-align: justify;">G1: "Quaest, eleições 2026: ACM Neto tem 42% e Jer&ocirc;nimo tem 38% na disputa pelo governo da Bahia"</p><p style="text-align: justify;">Gazeta do Povo: "ACM Neto lidera intenções de voto para o governo da Bahia em 2026"</p><p style="text-align: justify;">Bahia Econ&ocirc;mica: "ACM Neto retoma mobilização no interior e mira 2026"</p><p>        </p>]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[Em meio &agrave;s articulações para as eleições de 2026 na Bahia, o senador Otto Alencar (PSD) fez declarações contundentes que podem reconfigurar o cenário político do estado. Ao criticar a possibilidade de uma chapa "puro-sangue" do PT para o pleito, o parlamentar não apenas exp&ocirc;s fissuras na base governista como tamb&eacute;m abriu caminho para o fortalecimento da oposição liderada por ACM Neto (União Brasil).O recado de Otto e o fantasma de 2006Durante entrevista ao...]]></description>
			 
		</item>
		<item>
			<title>O Peso das Palavras: Quando a “Brincadeira” Revela o Racismo Estrutural</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/7-o-peso-das-palavras-quando-a-a-brincadeiraa-revela-o-racismo-estrutural.html</link>
			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
			<guid isPermaLink="false">https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/7-o-peso-das-palavras-quando-a-a-brincadeiraa-revela-o-racismo-estrutural.html</guid>
			<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 04:20:28 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><b>Por Caetano Barata</b></p><p style="text-align: justify; ">Olha, essa fala do ministro Noronha não &eacute; s&oacute; uma piada de mau gosto &ndash; &eacute; um reflexo de algo muito maior. A ideia de que “a maldade está mais em quem ouve do que em quem fala” &eacute; a clássica tentativa de inverter o jogo, como se o problema fosse a reação das pessoas, e não o preconceito embutido na fala. Mas não dá pra fingir que a hist&oacute;ria começou agora. Tem s&eacute;culos que o povo negro, e especialmente os baianos, ouvem esse tipo de coisa disfarçada de brincadeira. Sempre aquela velha narrativa: baiano &eacute; devagar, baiano &eacute; preguiçoso, baiano não tem agilidade.</p><p style="text-align: justify; ">Isso não &eacute; s&oacute; um comentário aleat&oacute;rio &ndash; &eacute; um dos pilares do racismo estrutural, esse mesmo que insiste em reduzir pessoas negras a estere&oacute;tipos que desqualificam, infantilizam e limitam. O pior &eacute; que esses estere&oacute;tipos não ficam s&oacute; na conversa de bar ou na “brincadeira” de um ministro. Eles impactam diretamente as oportunidades, a forma como a sociedade enxerga a população negra e at&eacute; as decisões que são tomadas lá em cima, onde esse mesmo ministro exerce poder.</p><p style="text-align: justify; ">E quando o governador Jer&ocirc;nimo &ndash; um homem negro, baiano, que sente na pele o peso desse tipo de discurso &ndash; responde, o que acontece? Noronha diz que ficou “triste” com a nota. Como se o problema fosse quem reage e não quem fala. &Eacute; sempre assim: quem aponta o racismo &eacute; tratado como exagerado, mas quem reproduz o preconceito se coloca no papel de vítima da “era do mimimi”. A gente já viu esse filme antes.</p><p style="text-align: justify; ">O problema não &eacute; s&oacute; o que foi dito, mas o que essa fala revela sobre quem tem poder no Brasil. Se at&eacute; um ministro do STJ, um cara que deveria zelar pela justiça, reforça esse tipo de visão, imagina o que não acontece em outros espaços, onde as decisões afetam diretamente a vida das pessoas? A Bahia &ndash; e todo o povo negro &ndash; não pode ser reduzida a piadas de gente que nunca precisou lutar pra ser levado a s&eacute;rio.  </p>]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[Por Caetano BarataOlha, essa fala do ministro Noronha não &eacute; s&oacute; uma piada de mau gosto &ndash; &eacute; um reflexo de algo muito maior. A ideia de que “a maldade está mais em quem ouve do que em quem fala” &eacute; a clássica tentativa de inverter o jogo, como se o problema fosse a reação das pessoas, e não o preconceito embutido na fala. Mas não dá pra fingir que a hist&oacute;ria começou agora. Tem s&eacute;culos que o povo negro, e especialmente os baianos, ouvem...]]></description>
			 
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			<title>A Trindade da Ética: Cristianismo, Direito e Jornalismo</title>
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			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
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			<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 00:09:10 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Por Caetano Barata<br><br>&Eacute;tica &eacute; uma palavra que ecoa como um farol no oceano das decisões humanas. Em todas as áreas a temática &eacute; inserida enquanto base dos argumentos, ainda que de maneira implícita. No cristianismo, no Direito e no jornalismo, ela se manifesta como fundamento inegociável, guia absoluto para condutas que transcendem a conveniência e se firmam na verdade.<br><br>A &eacute;tica cristã nasce no mandamento maior: "Amarás o teu pr&oacute;ximo como a ti mesmo" (Marcos 12:31). Em sua essência, não há brechas para relativismos ou casuísmos. A justiça divina não se dobra ao interesse pessoal; ela &eacute; reta e imutável. O cristão &eacute;tico caminha na vereda da verdade, sabendo que o bem não pode ser negociado e que a f&eacute; não se dissocia da retidão. Seu compromisso &eacute; com a justiça que não falha, com a miseric&oacute;rdia que não exclui e com a verdade que liberta. Assim, &eacute;tica e amor se encontram na prática da justiça, não como um discurso vazio, mas como um modo de vida.<br><br>No Direito, a &eacute;tica não &eacute; apenas um adorno te&oacute;rico, mas o pilar que sustenta a justiça humana. O advogado, o magistrado, o legislador, todos têm o dever de honrar o compromisso com a imparcialidade e a busca pela verdade. O que se espera de quem exerce o Direito &eacute; que esteja acima de interesses escusos, que veja na lei não um instrumento de dominação, mas uma ferramenta de equidade. Quando a &eacute;tica falha no Direito, as instituições adoecem, e a sociedade padece. O Estado de Direito s&oacute; se sustenta quando a moral se encontra com a lei e se recusa a dobrar-se &agrave; corrupção, &agrave; manipulação e ao desvio de finalidade.<br><br>Já no jornalismo, a &eacute;tica &eacute; o que separa a informação da manipulação, a verdade da mentira, o compromisso com o público da servidão ao poder. A verdade jornalística não pode ser subjugada a interesses políticos ou econ&ocirc;micos, sob pena de se tornar propaganda. A &eacute;tica jornalística exige coragem, pois muitas vezes se choca com forças que preferem a sombra &agrave; luz. O jornalista &eacute;tico não apenas informa, mas ilumina, não apenas narra, mas revela. O compromisso &eacute; com a realidade dos fatos, sem distorções, sem meias-verdades, sem ceder ao espetáculo da desinformação.<br><br>Cristianismo, Direito e jornalismo se encontram na intersecção da responsabilidade moral. Todos lidam, em alguma medida, com a verdade, e &eacute; nisso que repousa sua grandeza e sua fragilidade. A &eacute;tica &eacute; o que impede que a f&eacute; se torne fanatismo, que a justiça se transforme em arbítrio e que a informação se degrade em mercadoria. Que cada um que se compromete com esses pilares compreenda que &eacute;tica não &eacute; um luxo para tempos de estabilidade, mas uma necessidade urgente para dias de turbulência. Porque, no fim, onde não há &eacute;tica, há trevas.<br><br><br>  </p>]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[Por Caetano Barata&Eacute;tica &eacute; uma palavra que ecoa como um farol no oceano das decisões humanas. Em todas as áreas a temática &eacute; inserida enquanto base dos argumentos, ainda que de maneira implícita. No cristianismo, no Direito e no jornalismo, ela se manifesta como fundamento inegociável, guia absoluto para condutas que transcendem a conveniência e se firmam na verdade.A &eacute;tica cristã nasce no mandamento maior: "Amarás o teu pr&oacute;ximo como a ti mesmo" (Marcos ]]></description>
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		</item>
		<item>
			<title>Assumindo a Responsabilidade</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/5-assumindo-a-responsabilidade.html</link>
			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
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			<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 01:55:54 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div align="justify">Em um mundo onde as linhas entre o certo e o errado muitas vezes se dissolvem em tons de cinza, a &eacute;tica nas relações humanas emerge como uma bússola moral. A essência da &eacute;tica reside na capacidade de discernir o que &eacute; certo, transcendendo dogmas e normas sociais. Contudo, mais crucial do que identificar o correto &eacute; a virtude de assumir responsabilidade pelos pr&oacute;prios erros.</div><p class="selectable-text copyable-text iq0m558w g0rxnol2" dir="ltr" align="justify">A &eacute;tica, nesse contexto, não &eacute; uma abstração intangível, mas uma força dinâmica que molda a qualidade de nossas interações. Na dança complexa das relações, o certo muitas vezes se entrelaça com o incerto, exigindo uma consciência aguçada para navegar pelos matizes &eacute;ticos. &Eacute; fácil se perder na tentação de justificar ações questionáveis, mas a verdadeira medida de caráter reside na coragem de confrontar a pr&oacute;pria sombra.</p><p class="selectable-text copyable-text iq0m558w g0rxnol2" dir="ltr" align="justify">Assumir responsabilidade transcende a mera admissão de erros; &eacute; um ato de coragem moral. Reconhecer que nossas ações impactam não apenas a n&oacute;s mesmos, mas tamb&eacute;m o tecido interligado da sociedade, &eacute; um primeiro passo em direção &agrave; resiliência &eacute;tica. Na sociedade atual, inundada por desculpas vazias e jogos de culpa, a raridade da autenticidade ressalta ainda mais.</p><p class="selectable-text copyable-text iq0m558w g0rxnol2" dir="ltr" align="justify">A virtude de assumir responsabilidade não &eacute; apenas um farol &eacute;tico; &eacute; tamb&eacute;m a semente do crescimento pessoal. Ao abraçar nossas falhas, transformamos a adversidade em oportunidade, semeando o terreno f&eacute;rtil da autotransformação. A jornada &eacute;tica não &eacute; pavimentada apenas com decisões corretas, mas com a disposição constante de aprender com equívocos.</p><p class="selectable-text copyable-text iq0m558w g0rxnol2" dir="ltr" align="justify">Em um mundo marcado pela fluidez moral, a &eacute;tica do certo e errado nas relações &eacute; uma constante em mutação. No entanto, a âncora da responsabilidade pessoal &eacute; a bússola que nos guia pelos mares incertos da vida. Assumir a responsabilidade não &eacute; apenas sobre retificar erros passados, mas tamb&eacute;m moldar um futuro &eacute;tico, onde a integridade e a empatia são os pilares de interações genuínas.</p><p class="selectable-text copyable-text iq0m558w g0rxnol2" dir="ltr" align="justify">Nas relações humanas, a &eacute;tica não &eacute; um conceito abstrato; &eacute; um compromisso vivo e contínuo com a verdade, a compaixão e a responsabilidade. &Eacute; a arte de equilibrar o certo e o errado, não como linhas rígidas, mas como fronteiras permeáveis moldadas pela consciência e pela busca incessante da virtude. Caetano Barata</p><p class="selectable-text copyable-text iq0m558w g0rxnol2" dir="ltr" align="justify">Graduado em Direito FBB &ndash; Faculdade Batista Brasileira, Licenciado em Pedagogia/UNIME; ativista cultural em Simões Filho, membro do COMPIR - Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial da cidade de Simões Filho. Ex-Conselheiro do CEPA &ndash; Círculo de Estudo, Pensamento e Ação. JR. Bemfica Advocacia e Consultoria.</p><p>  </p>]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[Em um mundo onde as linhas entre o certo e o errado muitas vezes se dissolvem em tons de cinza, a &eacute;tica nas relações humanas emerge como uma bússola moral. A essência da &eacute;tica reside na capacidade de discernir o que &eacute; certo, transcendendo dogmas e normas sociais. Contudo, mais crucial do que identificar o correto &eacute; a virtude de assumir responsabilidade pelos pr&oacute;prios erros.A &eacute;tica, nesse contexto, não &eacute; uma abstração intangível, mas uma...]]></description>
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			<title>O Valor Intrínseco Além do Preço</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/4-o-valor-intrinseco-alem-do-preco.html</link>
			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
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			<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 14:37:03 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="justify">Em um mundo impregnado pela constante transação de bens e serviços, a dicotomia entre valor e preço emerge como uma reflexão essencial. Enquanto o preço &eacute; muitas vezes quantificado em termos monetários, o valor transcende as fronteiras da moeda, manifestando-se nas experiências, relações e na percepção individual.<br><br>A essência do valor reside na subjetividade, na maneira como um objeto, serviço ou mesmo uma relação &eacute; percebido por cada indivíduo. O valor não &eacute; uma constante universal; &eacute; moldado pelas experiências, necessidades e expectativas de quem o contempla. Dessa forma, a atribuição de valor torna-se uma narrativa pessoal, intricadamente entrelaçada com a bagagem emocional e cultural de cada pessoa.<br><br>No âmbito econ&ocirc;mico, o preço muitas vezes busca quantificar o valor, mas a equação nem sempre &eacute; simples. O justo preço transcende a mera formulação monetária; &eacute; a harmonização entre a percepção do valor pelo fornecedor e o reconhecimento desse valor pelo consumidor. &Eacute; o ponto de equilíbrio onde ambas as partes se sentem justamente recompensadas.<br><br><b>A Arte da Precificação &Eacute;tica</b>:<br><br>Entretanto, a busca pelo lucro não pode eclipsar a &eacute;tica na precificação. O justo preço não deve ser um meio de explorar, mas sim uma expressão de respeito pela qualidade, esforço e dedicação envolvidos na criação ou entrega de um produto ou serviço. A precificação &eacute;tica reflete a compreensão de que, por trás de cada transação, há hist&oacute;rias, esforços e valores intrínsecos.<br><br>A temática do valor estende-se al&eacute;m do com&eacute;rcio. Nas relações interpessoais, o valor de uma amizade, parceria ou amor &eacute; incalculável. Não se trata de estabelecer um preço, mas de reconhecer o valor único que cada pessoa traz consigo. A verdadeira riqueza está na apreciação mútua, na contribuição para o crescimento mútuo e no investimento emocional que transcende qualquer avaliação monetária.<br><br><b>Conclusão</b>:<br><br>Assim, quando exploramos o conceito de valor e seu reflexo no preço, somos instigados a contemplar a complexidade dessa relação. O valor, intrinsecamente ligado &agrave; individualidade e subjetividade, desafia a simplicidade das transações monetárias. O justo preço, por sua vez, &eacute; uma busca contínua pela equidade, &eacute;tica e reconhecimento mútuo. Nesse intricado equilíbrio, descobrimos que, por trás de cada preço, há um valor a ser compreendido e respeitado.</p><div align="justify">Caetano Barata     </div><p align="justify">Graduado  em Direito FBB &ndash; Faculdade Batista Brasileira, Licenciado em  Pedagogia/UNIME; ativista cultural em Simões Filho, membro do COMPIR -  Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial da cidade de Simões  Filho. Ex-Conselheiro do CEPA &ndash; Círculo de Estudo, Pensamento e Ação.  JR. Bemfica Advocacia e Consultoria.    </p><p>    </p>]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[Em um mundo impregnado pela constante transação de bens e serviços, a dicotomia entre valor e preço emerge como uma reflexão essencial. Enquanto o preço &eacute; muitas vezes quantificado em termos monetários, o valor transcende as fronteiras da moeda, manifestando-se nas experiências, relações e na percepção individual.A essência do valor reside na subjetividade, na maneira como um objeto, serviço ou mesmo uma relação &eacute; percebido por cada indivíduo. O valor não...]]></description>
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			<title>Explorando o Dilema da Verdade</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/3-explorando-o-dilema-da-verdade.html</link>
			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
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			<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 11:27:18 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p><div class="flex flex-grow flex-col max-w-full" align="justify"><div data-message-author-role="assistant" data-message-id="f0d5d402-6fc5-47b6-982c-21872125a367" class="min-h-[20px] text-message flex flex-col items-start gap-3 whitespace-pre-wrap break-words [.text-message+&amp;]:mt-5 overflow-x-auto"><div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light"><p>A narrativa de Arist&oacute;bulo e Dona Anchieta nos leva a um dilema intrigante, onde a verdade formal e a verdade real se entrelaçam de maneira humorística e perspicaz. A hist&oacute;ria, impregnada com a rica linguagem e peculiaridades do sertão, oferece uma oportunidade de explorar elementos ret&oacute;ricos e reflexões profundas.</p><p><strong>Introdução:</strong></p><p>A hist&oacute;ria se inicia com a típica cena de uma esposa desconfiada, acusando o marido de infidelidade. O diálogo entre Arist&oacute;bulo e sua esposa, permeado por expressões regionais, estabelece o cenário para a com&eacute;dia que se desenrola.</p><p><strong>Expressão Cultural e Humor:</strong></p><p>A riqueza da linguagem sertaneja adiciona autenticidade &agrave; narrativa, destacando a diversidade cultural e o modo peculiar de se comunicar. A expressão "Homê fi&eacute;" e a menção aos bairros específicos, como "Belo Fundo" e "Itaquá Pequeno", enriquecem a narrativa com nuances regionais.</p><p>O uso de expressões como "tu ta doida?" e "Oh gente inxirida a falar má de gente de bem…" revela a essência do humor sertanejo, trazendo leveza &agrave; situação e proporcionando uma conexão com o público.</p><p><strong>Confronto entre Verdade Formal e Verdade Real:</strong></p><p>O ponto central da narrativa surge quando Dona Anchieta compartilha sua experiência na escola, sendo chamada de bruxa por um aluno. Arist&oacute;bulo, sagaz e astuto, levanta a questão crucial: a verdade formal versus a verdade real.</p><p>Ao mencionar o prov&eacute;rbio "onde há fumaça, há fogo", Arist&oacute;bulo satiriza a situação, sugerindo que a verdade real pode estar oculta sob as aparências. A busca por uma vassoura para Dona Anchieta, em tom humorístico, destaca a tradição folcl&oacute;rica associada &agrave;s bruxas.</p><p><strong>Conclusão:</strong></p><p>A hist&oacute;ria de Arist&oacute;bulo e Dona Anchieta não apenas diverte, mas tamb&eacute;m convida &agrave; reflexão sobre a dualidade da verdade. A habilidade de entrelaçar humor e profundidade, aliada ao uso eficaz da linguagem regional, eleva a narrativa a um patamar que transcende a com&eacute;dia simples.</p><p>Assim, neste conto sertanejo, somos convidados a contemplar a complexidade da verdade e a apreciar a riqueza cultural que permeia a linguagem e as tradições do povo.</p></div></div></div><div align="justify">Caetano Barata     </div><p align="justify">Graduado em Direito FBB &ndash; Faculdade Batista Brasileira, Licenciado em Pedagogia/UNIME; ativista cultural em Simões Filho, membro do COMPIR - Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial da cidade de Simões Filho. Ex-Conselheiro do CEPA &ndash; Círculo de Estudo, Pensamento e Ação. JR. Bemfica Advocacia e Consultoria.    </p> ]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[ A narrativa de Arist&oacute;bulo e Dona Anchieta nos leva a um dilema intrigante, onde a verdade formal e a verdade real se entrelaçam de maneira humorística e perspicaz. A hist&oacute;ria, impregnada com a rica linguagem e peculiaridades do sertão, oferece uma oportunidade de explorar elementos ret&oacute;ricos e reflexões profundas.Introdução:A hist&oacute;ria se inicia com a típica cena de uma esposa desconfiada, acusando o marido de infidelidade. O diálogo entre Arist&oacute;bulo e ]]></description>
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		</item>
		<item>
			<title>Entendendo as Diferenças: Indulto Natalino e Saída Temporária</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/coluna/paradox-/2-entendendo-as-diferencas-indulto-natalino-e-saida-temporaria.html</link>
			<category><![CDATA[Paradoxo ]]></category>
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			<autor></autor>
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			<pubDate>Mon, 25 Dec 2023 13:38:45 -03</pubDate>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="justify">Estamos no Natal e nosso espírito natalino, &agrave;s vezes, não &eacute; tão generoso, o quanto gostaríamos. E pensamos, fale por você, vão deixar criminosos saírem para não voltar? Entrementes, &eacute; sabido que a função prisional não &eacute; vingativa, punitiva, expirat&oacute;ria. Mas, &oacute;bvia ressocializar. &Eacute; uma condenação &agrave; reflexão, nesta nossa principiol&oacute;gica do devaneio. Quando se trata de indulto do natal nesta temporada festiva, &eacute; comum a confusão entre o indulto natalino e as saídas temporárias, dois mecanismos distintos que impactam a rotina carcerária.<br><b><br>Indulto Natalino: Perdão da Pena</b><br><br>O indulto natalino &eacute; uma concessão voluntária do presidente da República, não prevista como direito legal, mas como uma medida de clemência. O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária sugere as regras, acolhidas pelo Minist&eacute;rio da Justiça, que são então editadas anualmente em um decreto presidencial.</p><p align="justify">Lilian Beraldo da Agência Brasil escreveu: "O indulto natalino &eacute; o perdão coletivo da pena, mas não &eacute; dado  automaticamente. Ap&oacute;s a edição do decreto, quem se encaixa nas regras  definidas ingressa na Justiça para ter o benefício efetivamente  concedido. &Eacute; diferente do indulto individual, a chamada graça, que &eacute;  o perdão da pena que o presidente pode conceder especificamente em favor  de uma pessoa condenada".<br><br>Esse perdão de pena resulta na extinção da mesma e &eacute; destinado a condenados que atendem a requisitos específicos, como bom comportamento, tempo de prisão cumprido, condições de saúde, ser mãe de filho menor de 12 anos, entre outros. No entanto, não se aplica a condenados por crimes como tortura, terrorismo, tráfico de drogas, os crimes hediondos.<br><br><b>Saída Temporária: Convívio Familiar e Ressocialização</b><br><br>As saídas temporárias, tamb&eacute;m conhecidas como "saidões", são respaldadas pela Lei de Execução Penal (A Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984) e ocorrem em datas comemorativas como Natal, Páscoa e Dia das Mães. Este benefício visa promover a ressocialização dos detentos por meio do convívio familiar.<br><br>A autorização para o saidão &eacute; concedida a detentos em regime semiaberto, com permissão de trabalho externo ou que já tenham usufruído do benefício anteriormente. Durante esse período, as Secretarias de Segurança Pública dos estados monitoram os presos, fornecendo listas com fotos aos &oacute;rgãos policiais para identificação, se necessário. Visitas surpresa &agrave;s residências dos beneficiados são realizadas para garantir o cumprimento das condições estabelecidas.<br><br>Em resumo, enquanto o indulto natalino concede o perdão da pena de forma coletiva, as saídas temporárias buscam promover a ressocialização individual por meio do convívio familiar em momentos específicos do ano. Ambas as práticas, embora distintas, têm o objetivo comum de equilibrar a justiça com a humanização do sistema carcerário.</p><p align="justify"><b>Caetano Barata</b><br></p><p align="justify">Graduado em Direito FBB &ndash; Faculdade Batista Brasileira, Licenciado em  Pedagogia/UNIME; ativista cultural em Simões Filho, membro do COMPIR &ndash;  Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial da cidade de Simões  Filho. Ex-Conselheiro do CEPA &ndash; Círculo de Estudo, Pensamento e Ação.  JR. Bemfica Advocacia e Consultoria. Mediador e Conciliador Judicial do CNJ.</p>]]></content:encoded>
			<description><![CDATA[Estamos no Natal e nosso espírito natalino, &agrave;s vezes, não &eacute; tão generoso, o quanto gostaríamos. E pensamos, fale por você, vão deixar criminosos saírem para não voltar? Entrementes, &eacute; sabido que a função prisional não &eacute; vingativa, punitiva, expirat&oacute;ria. Mas, &oacute;bvia ressocializar. &Eacute; uma condenação &agrave; reflexão, nesta nossa principiol&oacute;gica do devaneio. Quando se trata de indulto do natal nesta temporada festiva, &eacute;...]]></description>
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