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		<title>Justiça - Portal Eixos Notícias</title>
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			<title>Ramagem é solto nos EUA após detenção pelo ICE e espera resposta a pedido de asilo</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/1344/ramagem-e-solto-nos-eua-apos-detencao-pelo-ice-e-espera-resposta-a-pedido-de-asilo.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 23:57:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi libertado pelas autoridades migrat&oacute;rias dos Estados Unidos ap&oacute;s ter sido detido pelo U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) na última segunda-feira (13), na Fl&oacute;rida. Seu nome deixou de constar nos registros oficiais de cust&oacute;dia, e at&eacute; o momento o governo americano não divulgou os fundamentos específicos da prisão nem da soltura. Segundo informações confirmadas por veículos internacionais, Ramagem havia ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p data-start="161" data-end="543">O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi libertado pelas autoridades migrat&oacute;rias dos Estados Unidos ap&oacute;s ter sido detido pelo U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) na última segunda-feira (13), na Fl&oacute;rida. Seu nome deixou de constar nos registros oficiais de cust&oacute;dia, e at&eacute; o momento o governo americano não divulgou os fundamentos específicos da prisão nem da soltura.</p> <p data-start="545" data-end="798">Segundo informações confirmadas por veículos internacionais, Ramagem havia sido detido por questões relacionadas &agrave; sua situação migrat&oacute;ria, possivelmente vinculadas a irregularidades de visto ou permanência no país. </p> <p data-start="800" data-end="1012">Aliados afirmam que ele foi liberado sem pagamento de fiança e que possui um pedido de asilo político em análise, o que teria sido determinante para sua liberação provis&oacute;ria.</p><h2 data-section-id="vgme3y" data-start="1019" data-end="1066">Contexto internacional e cooperação policial</h2> <p data-start="1068" data-end="1332">A detenção ocorre em um cenário mais amplo de cooperação internacional. Ramagem foi condenado no Brasil a 16 anos de prisão por envolvimento em tentativa de ruptura institucional e deixou o país antes do cumprimento da pena.</p><p data-start="800" data-end="1012">Autoridades brasileiras já haviam solicitado sua extradição, o que insere o caso tamb&eacute;m na esfera do direito internacional penal e da cooperação entre Estados.</p><h3 data-section-id="1saqwrh" data-start="1659" data-end="1698">1. Deportação (removal proceedings)</h3> <p data-start="1700" data-end="1863">Nos Estados Unidos, a deportação &eacute; um procedimento administrativo conduzido pelo ICE e pelo sistema de cortes migrat&oacute;rias. Um estrangeiro pode ser removido quando:</p> <ul data-start="1865" data-end="2017"><li data-section-id="o7ojth" data-start="1865" data-end="1910"> permanece no país sem status legal válido </li><li data-section-id="18iwoug" data-start="1911" data-end="1939"> viola condições de visto </li><li data-section-id="al06yq" data-start="1940" data-end="2017"> ou &eacute; considerado “inadmissível” ou “removível” pela legislação migrat&oacute;ria </li></ul> <p data-start="2019" data-end="2194">Esses processos são conduzidos no âmbito do <strong data-start="2063" data-end="2104">Immigration and Nationality Act (INA)</strong>, com possibilidade de detenção durante o trâmite.</p><p data-start="2019" data-end="2194">Entretanto, a deportação <strong data-start="2221" data-end="2241">não &eacute; automática</strong>: depende de decisão final em processo administrativo, com direito (limitado) &agrave; defesa.</p><h3 data-section-id="xpsail" data-start="2335" data-end="2379">2. Pedido de asilo como fator suspensivo</h3> <p data-start="2381" data-end="2437">O elemento central do caso &eacute; o pedido de asilo político.</p> <p data-start="2439" data-end="2469">No sistema jurídico americano:</p> <ul data-start="2471" data-end="2776"><li data-section-id="23n0ml" data-start="2471" data-end="2603"> O asilo pode ser solicitado por estrangeiros que alegam perseguição política, ideol&oacute;gica ou por pertencimento a grupo específico </li><li data-section-id="16p26dx" data-start="2604" data-end="2696"> Enquanto o pedido está pendente, o requerente <strong data-start="2652" data-end="2694">não pode ser deportado automaticamente</strong> </li><li data-section-id="1y6wy5a" data-start="2697" data-end="2776"> O processo envolve análise por &oacute;rgãos como o USCIS ou tribunais migrat&oacute;rios </li></ul> <p data-start="2778" data-end="2953">Na prática, isso cria uma <strong data-start="2804" data-end="2849">barreira jurídica temporária &agrave; deportação</strong>, mesmo que o indivíduo esteja em situação migrat&oacute;ria irregular. </p><p data-start="2955" data-end="2987">Contudo, há limites importantes:</p> <ul data-start="2988" data-end="3141"><li data-section-id="ersuzq" data-start="2988" data-end="3056"> O asilo não protege automaticamente condenados por crimes graves </li><li data-section-id="mkj679" data-start="3057" data-end="3141"> A análise considera se a acusação no país de origem &eacute; política ou penal legítima</li></ul><h3 data-section-id="ng443m" data-start="3148" data-end="3186">3. Extradição: um caminho paralelo</h3> <p data-start="3188" data-end="3267">Diferente da deportação, a extradição &eacute; um procedimento judicial e diplomático:</p> <ul data-start="3269" data-end="3437"><li data-section-id="14gym6m" data-start="3269" data-end="3317"> Depende de tratado bilateral entre os países </li><li data-section-id="zjhfs1" data-start="3318" data-end="3366"> Exige análise por tribunais federais dos EUA </li><li data-section-id="6f4pkb" data-start="3367" data-end="3437"> Considera crit&eacute;rios como dupla tipificação (crime nos dois países) </li></ul> <p data-start="3439" data-end="3458">No caso de Ramagem:</p> <ul data-start="3459" data-end="3641"><li data-section-id="uvztlb" data-start="3459" data-end="3558"> O Brasil já teria manifestado interesse em sua extradição </li></ul><ul data-start="3459" data-end="3641"><li data-section-id="n1zo8m" data-start="3559" data-end="3641">Por&eacute;m, <strong data-start="3568" data-end="3641">um pedido de asilo em curso pode suspender ou complicar esse processo</strong> </li></ul> <hr data-start="3643" data-end="3646"> <h2 data-section-id="a9suwy" data-start="3648" data-end="3679">Possíveis cenários jurídicos</h2> <p data-start="3681" data-end="3751">Com base no direito migrat&oacute;rio americano, há três cenários plausíveis:</p> <ol data-start="3753" data-end="4183"><li data-section-id="1lbwv7i" data-start="3753" data-end="3890"> <strong data-start="3756" data-end="3778">Concessão de asilo</strong> <ul data-start="3784" data-end="3890"><li data-section-id="1mx80lm" data-start="3784" data-end="3805"> Impede deportação </li><li data-section-id="1n7u1r3" data-start="3809" data-end="3890"> Pode inviabilizar extradição se houver reconhecimento de perseguição política </li></ul> </li><li data-section-id="1ol6a3y" data-start="3892" data-end="4052"> <strong data-start="3895" data-end="3935">Negativa de asilo + ordem de remoção</strong> <ul data-start="3941" data-end="4052"><li data-section-id="8srq8q" data-start="3941" data-end="3985"> Ramagem pode ser deportado para o Brasil </li><li data-section-id="9anjg6" data-start="3989" data-end="4052"> Processo ocorre via ICE, não necessariamente via extradição </li></ul> </li><li data-section-id="5amhsb" data-start="4054" data-end="4183"> <strong data-start="4057" data-end="4087">Extradição formal aprovada</strong> <ul data-start="4093" data-end="4183"><li data-section-id="l37wy4" data-start="4093" data-end="4123"> Caso paralelo &agrave; deportação </li><li data-section-id="136xds6" data-start="4127" data-end="4183"> Depende de decisão judicial e do Executivo americano </li></ul> </li></ol> <hr data-start="4185" data-end="4188"> <h2 data-section-id="s2v2q1" data-start="4190" data-end="4229">Situação atual: indefinição jurídica</h2> <p data-start="4231" data-end="4376">A ausência de informações oficiais sobre os motivos da soltura indica que o caso ainda está em fase preliminar no sistema migrat&oacute;rio americano.</p> <p data-start="4378" data-end="4591">A liberação sem fiança, somada &agrave; existência de um pedido de asilo, sugere que as autoridades optaram por mantê-lo em liberdade enquanto o processo segue em análise, prática comum em determinados casos migrat&oacute;rios.</p><h2 data-section-id="h85oci" data-start="4598" data-end="4610">Conclusão</h2> <p data-start="4612" data-end="4730">O caso de Alexandre Ramagem não se limita a uma questão migrat&oacute;ria simples. Ele envolve uma interseção complexa entre:</p> <ul data-start="4732" data-end="4838"><li data-section-id="12clz8q" data-start="4732" data-end="4762"> direito migrat&oacute;rio dos EUA </li><li data-section-id="ohi9fx" data-start="4763" data-end="4788"> direito internacional </li><li data-section-id="13xg0t9" data-start="4789" data-end="4838"> e possíveis alegações de perseguição política </li></ul> <p data-start="4840" data-end="5046">A decisão final dependerá, sobretudo, do desfecho do pedido de asilo, que pode redefinir completamente sua situação jurídica e impedir, ao menos temporariamente, qualquer medida de deportação ou extradição.</p><p data-start="4378" data-end="4591"><br></p><p data-start="800" data-end="1012"><br></p><br><p>            </p><p><br>      </p><p><br>    </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>TSE elege Nunes Marques presidente da Corte; Mendonça será vice</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/1341/tse-elege-nunes-marques-presidente-da-corte-mendonca-sera-vice.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 08:00:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza nesta terça-feira (14),  &agrave;s 19h, uma votação simb&oacute;lica para eleger o ministro Nunes Marques para o  cargo de presidente da Corte eleitoral.  Atualmente, Marques &eacute; o vice-presidente do tribunal e vai assumir o  comando do TSE ap&oacute;s o fim do mandato da atual presidente, ministra  Cármen Lúcia, que completará período de dois anos &agrave; frente do tribunal  no final do mês de maio. O vice-presidente será o ministro...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza nesta terça-feira (14),  &agrave;s 19h, uma votação simb&oacute;lica para eleger o ministro Nunes Marques para o  cargo de presidente da Corte eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685749&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685749&o=node"></p>  <p>Atualmente, Marques &eacute; o vice-presidente do tribunal e vai assumir o  comando do TSE ap&oacute;s o fim do mandato da atual presidente, ministra  Cármen Lúcia, que completará período de dois anos &agrave; frente do tribunal  no final do mês de maio. O vice-presidente será o ministro Andr&eacute;  Mendonça. </p>  <p>A data da posse ainda não foi definida.</p>  <p>A votação será simb&oacute;lica porque a escolha do comando do  tribunal &eacute; feita por antiguidade entre os ministros que tamb&eacute;m compõem o  Supremo Tribunal Federal (STF). </p>  <p>Diante da proximidade do período eleitoral, a ministra Cármen  Lúcia decidiu antecipar sua saída do tribunal para permitir que a  transição de gestão possa ser iniciada.</p>  <p>Ao deixar a presidência do TSE, a ministra poderia continuar em  atuação na Corte at&eacute; o mês de agosto. Contudo, ela já sinalizou que  pretende deixar o tribunal para se dedicar exclusivamente &agrave;s atividades  no Supremo. </p>  <p>Dessa forma, o ministro Dias Toffoli vai assumir uma vaga de efetivo no TSE.</p>  <h2>Perfil</h2>  <p>Natural de Teresina (PI), Kassio Nunes Marques tem 53 anos e foi  indicado ao Supremo, em 2020, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para  ocupar a vaga deixada pelo ministro aposentado Celso de Mello. Antes de  chegar ao Supremo, atuou como desembargador do Tribunal Regional Federal  (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília. Foi advogado por cerca de 15  anos e juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí.</p>  <h2>Composição</h2>  <p>O TSE &eacute; composto por sete ministros, sendo três do STF, dois  do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo  presidente da República, al&eacute;m dos respectivos substitutos.</p>  <p>Com a mudança de comando, a composição do tribunal ficará da seguinte forma ap&oacute;s Cármen Lúcia deixar o tribunal.</p>  <p>Cadeiras do STF: Nunes Marques, Andr&eacute; Mendonça e Dias Toffoli;<br> Cadeiras do STJ: Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas B&ocirc;as Cueva;<br> Cadeiras dos juristas: Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha. </p><p><br>  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>STF derruba decisão de Barroso que autoriza enfermeiros a fazer aborto</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/1229/stf-derruba-decisao-de-barroso-que-autoriza-enfermeiros-a-fazer-aborto.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 15:22:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta segunda-feira (20) placar de 8 votos a 1 para derrubar a liminar do ex-ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso que autorizou enfermeiros e t&eacute;cnicos em enfermagem a realizarem abortos que estão previstos em lei, como casos de estupro, risco &agrave; sa&uacute;de da gestante e de fetos anenc&eacute;falos. A decisão de Barroso foi proferida na sexta-feira (17), &uacute;ltimo dia do ministro na Corte. No &uacute;ltimo sábado (18), ele se...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta segunda-feira (20) placar de 8 votos a 1 para derrubar a liminar do ex-ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso que autorizou enfermeiros e t&eacute;cnicos em enfermagem a realizarem abortos que estão previstos em lei, como casos de estupro, risco &agrave; sa&uacute;de da gestante e de fetos anenc&eacute;falos. A decisão de Barroso foi proferida na sexta-feira (17), &uacute;ltimo dia do ministro na Corte. No &uacute;ltimo sábado (18), ele se aposentou antecipadamente. Ap&oacute;s o ministro conceder a autorização, foi iniciada votação no plenário virtual para decidir se a medida será referendada. A maioria dos ministros seguiu voto divergente de Gilmar Mendes. Para o decano do STF, não há urgência no tema para justificar a concessão de uma liminar (decisão provis&oacute;ria).</p><p>“A questão submetida &agrave; apreciação possui inegável relevo jur&iacute;dico. Nada obstante, com o devido respeito &agrave;s posições em sentido contrário, não vislumbro, na esp&eacute;cie, preenchidos os requisitos autorizadores da concessão de provimento de &iacute;ndole cautelar”, decidiu o ministro.</p><p style="text-align: justify; ">O voto de Mendes foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Andr&eacute; Mendonça, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.</p><p>      </p><p style="text-align: justify; ">Faltam os votos da ministra Cármen L&uacute;cia e de Luiz Fux. A votação está prevista para terminar na sexta-feira (24). A decisão foi proferida em duas ações protocoladas por entidades que apontaram precariedade da sa&uacute;de p&uacute;blica na assistência de mulheres que buscam a realização de aborto legal em hospitais p&uacute;blicos. Barroso entendeu que enfermeiros e t&eacute;cnicos em enfermagem podem atuar na interrupção da gestação. Para o ministro, a atuação deve ser compat&iacute;vel com o n&iacute;vel de formação profissional em relação a casos de aborto medicamentoso na fase inicial da gestação. Antes de deixar o Supremo, o ministro tamb&eacute;m votou pela descriminalização do aborto at&eacute; a 12ª semana de gravidez. Ap&oacute;s o voto, o julgamento foi suspenso por um pedido de destaque feito pelo ministro Gilmar Mendes. Não há data para a retomada do julgamento.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Comissão da Câmara aprova substitutivo que torna obrigatório o reconhecimento facial para acessar redes sociais</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/1223/comissao-da-camara-aprova-substitutivo-que-torna-obrigatorio-o-reconhecimento-facial-para-acessar-re.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 02:36:04 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Brasília, 13 de outubro de 2025 &mdash; A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira um substitutivo ao PL 1.380/2025 que propõe alterar o Marco Civil da Internet para instituir a exigência de verificação por reconhecimento facial no acesso a redes sociais.Principais mudanças e justificativasO substitutivo, apresentado pelo relator deputado Alex Manente (Cidadania-SP), desloca a responsabilidade da checagem facial dos pr&oacute;prios provedores de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p data-start="127" data-end="459"><strong data-start="127" data-end="162">Brasília, 13 de outubro de 2025</strong> &mdash; A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira um substitutivo ao <strong data-start="262" data-end="279">PL 1.380/2025</strong> que propõe alterar o Marco Civil da Internet para instituir a exigência de verificação por reconhecimento facial no acesso a redes sociais.</p><h3 data-start="461" data-end="503">Principais mudanças e justificativas</h3><p data-start="504" data-end="936">O substitutivo, apresentado pelo relator deputado <strong data-start="554" data-end="585">Alex Manente (Cidadania-SP)</strong>, desloca a responsabilidade da checagem facial dos pr&oacute;prios provedores de redes sociais para os provedores de sistemas operacionais (como Android e iOS). Segundo Manente, essa mudança evitaria a fragmentação e reduziria vulnerabilidades no tratamento de dados biom&eacute;tricos. </p><p data-start="938" data-end="960">Pelo texto aprovado:</p><ul data-start="961" data-end="1536"> <li data-start="961" data-end="1125"> <p data-start="963" data-end="1125">A autenticação facial deverá comprovar a correspondência entre o rosto do usuário e a foto constante em documento oficial. </p> </li> <li data-start="1126" data-end="1340"> <p data-start="1128" data-end="1340">Usuários já cadastrados terão prazo de at&eacute; um ano, a partir da entrada em vigor da futura lei, para realizar recadastramento; quem não cumprir poderá ter a conta bloqueada. </p> </li> <li data-start="1341" data-end="1536"> <p data-start="1343" data-end="1536">O substitutivo tamb&eacute;m define claramente “dados biom&eacute;tricos” e “reconhecimento facial”, alinhando esses conceitos &agrave; Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). </p> </li> </ul><p data-start="1538" data-end="1800">O autor original do projeto, deputado <strong data-start="1576" data-end="1611">Jorge Goetten (Republicanos-SC)</strong>, defende a medida como instrumento de combate a fraudes, perfis falsos, difamação, ass&eacute;dio virtual, bullying e golpes financeiros nas redes sociais. </p><h3 data-start="1802" data-end="1830">Tramitação legislativa</h3><p data-start="1831" data-end="2133">Com a aprovação na Comissão de Comunicação, a proposta segue para análise na <strong data-start="1908" data-end="1968">Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)</strong>, em caráter conclusivo. Se for aprovada lá, pode ir ao Senado diretamente, sem necessidade de votação em Plenário da Câmara. </p><p data-start="2135" data-end="2275">Segundo a ficha de tramitação da Câmara, o PL já está “aguardando designação de relator(a)” na CCJC. </p><h3 data-start="2277" data-end="2316">Possíveis repercussões e críticas</h3><p data-start="2317" data-end="2482">A proposta certamente despertará debates intensos nos campos da privacidade, da proteção de dados e da segurança digital. Alguns dos principais pontos de tensão são:</p><ul data-start="2484" data-end="3833"> <li data-start="2484" data-end="2757"> <p data-start="2486" data-end="2757"><strong data-start="2486" data-end="2527">Risco de centralização e de segurança</strong>: ainda que o substitutivo vise concentrar a autenticação nos sistemas operacionais para reduzir fragmentação, críticos poderão apontar que isso cria um ponto único de falha e dá poder excessivo &agrave;s empresas de sistema operacional.</p> </li> <li data-start="2759" data-end="2966"> <p data-start="2761" data-end="2966"><strong data-start="2761" data-end="2788">Controle e fiscalização</strong>: será necessário definir claramente quem fiscalizará o cumprimento das obrigações e como será garantido o uso adequado dos dados biom&eacute;tricos, sob pena de fragilidades ou abusos.</p> </li> <li data-start="2968" data-end="3296"> <p data-start="2970" data-end="3296"><strong data-start="2970" data-end="2999">Implicações para usuários</strong>: o prazo de recadastramento e a possibilidade de bloqueio de contas pode afetar usuários passivos ou menos familiarizados com tecnologia. Há ainda a questão de como lidar com casos de falha no reconhecimento facial (por exemplo, por mudanças de aparência, condições de iluminação ou deficiência).</p> </li> <li data-start="3298" data-end="3556"> <p data-start="3300" data-end="3556"><strong data-start="3300" data-end="3330">Compatibilidade com a LGPD</strong>: o alinhamento conceitual com a LGPD &eacute; um ponto estrat&eacute;gico, mas será essencial que seja bem disciplinada a proteção desses dados sensíveis, especialmente porque a biometria &eacute; um dado pessoal absolutamente especial sob a lei.</p> </li> <li data-start="3558" data-end="3833"> <p data-start="3560" data-end="3833"><strong data-start="3560" data-end="3598">Liberdade de expressão e anonimato</strong>: a exigência de identificação facial para entrar em redes sociais pode ser contestada com argumentos de que interfere no direito ao anonimato e &agrave; manifestação pública, especialmente em contextos de crítica política ou ativismo social.</p> </li> </ul><h3 data-start="3835" data-end="3853">Perspectivas</h3><p>             </p><p data-start="3854" data-end="4246">Se aprovada nas comissões seguintes e no Senado, a lei exigirá ampla adaptação tecnol&oacute;gica das empresas envolvidas (fabricantes de sistemas operacionais, redes sociais, provedores de segurança digital) e forte estrutura regulat&oacute;ria para garantir a proteção de direitos fundamentais. Tamb&eacute;m será provável que surjam ações judiciais questionando dispositivos da lei sob o prisma constitucional.  </p>]]></content:encoded>
			 
		</item>
		<item>
			<title>STF publica edital com notificação de Eduardo Bolsonaro sobre denúncia</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/1208/stf-publica-edital-com-notificacao-de-eduardo-bolsonaro-sobre-denuncia.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 21:23:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta terça-feira (30) o edital de notificação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sobre a den&uacute;ncia apresentada contra ele pela Procuradoria-Geral da Rep&uacute;blica (PGR). O documento foi emitido no Diário de Justiça Eletr&ocirc;nico (DJe).Com a publicação da citação, o parlamentar terá o prazo de 15 dias para manifestar ciência da den&uacute;ncia. Se o deputado não se pronunciar, poderá ser julgado &agrave; revelia pelo...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta terça-feira (30) o edital de notificação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sobre a den&uacute;ncia apresentada contra ele pela Procuradoria-Geral da Rep&uacute;blica (PGR). O documento foi emitido no Diário de Justiça Eletr&ocirc;nico (DJe).</p><p style="text-align: justify; ">Com a publicação da citação, o parlamentar terá o prazo de 15 dias para manifestar ciência da den&uacute;ncia. Se o deputado não se pronunciar, poderá ser julgado &agrave; revelia pelo Supremo.</p><p style="text-align: justify; ">Ontem, o ministro Alexandre de Moraes, relator da den&uacute;ncia, determinou que o parlamentar seja notificado por edital. Nos processos penais, a intimação pessoal dos acusados &eacute; obrigat&oacute;ria.</p><p style="text-align: justify; ">Eduardo Bolsonaro está no Estados Unidos e &eacute; acusado de fomentar as sanções comerciais do governo do presidente Donald Trump contra as exportações brasileiras, a aplicação da Lei Magnitsky e a suspensão de vistos dos ministros da Corte e integrantes do governo federal.</p><p style="text-align: justify; ">Na decisão, Moraes disse que Eduardo já confessou pelas redes sociais sua atuação junto aos Estados Unidos e que o deputado está naquele pa&iacute;s para evitar a responsabilização no Brasil.</p><p style="text-align: justify;">“Al&eacute;m de declarar, expressamente, que se encontra em territ&oacute;rio estrangeiro para se furtar &agrave; aplicação da lei penal, tamb&eacute;m &eacute; inequ&iacute;voca a ciência, por parte do denunciado Eduardo Nantes Bolsonaro, acerca das condutas que lhe são imputadas na den&uacute;ncia oferecida nestes autos”, afirmou Moraes.  </p><p style="text-align: justify;">Na semana passada, Eduardo e o blogueiro Paulo Figueiredo foram denunciados ao Supremo pelo crime de coação no curso do processo. Ambos foram investigados no inqu&eacute;rito que apurou a participação deles na promoção do tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil e de sanções contra integrantes do governo federal e do Supremo. </p><p> </p><p style="text-align: justify; ">Na den&uacute;ncia apresentada ao STF, o procurador-geral da Rep&uacute;blica, Paulo Gonet, disse que Eduardo e Figueiredo ajudaram a promover “graves sanções”  contra o Brasil para demover o Supremo a não condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro pela trama golpista.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Cármen Lúcia denuncia racismo sofrido por ministra do TSE</title>
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			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Wed, 21 May 2025 09:49:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen L&uacute;cia, afirmou nesta terça-feira (20) que a ministra Vera L&uacute;cia Santana Ara&uacute;jo, uma das integrantes da Corte, foi alvo de racismo e discriminação ao ser barrada na entrada de um seminário realizado na semana passada em Bras&iacute;lia.Indicada ao tribunal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Vera L&uacute;cia &eacute; advogada reconhecida pela atuação como ativista do movimento de mulheres...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen L&uacute;cia, afirmou nesta terça-feira (20) que a ministra Vera L&uacute;cia Santana Ara&uacute;jo, uma das integrantes da Corte, foi alvo de racismo e discriminação ao ser barrada na entrada de um seminário realizado na semana passada em Bras&iacute;lia.</p><p style="text-align: justify; ">Indicada ao tribunal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Vera L&uacute;cia &eacute; advogada reconhecida pela atuação como ativista do movimento de mulheres negras.</p><p style="text-align: justify; ">Na abertura de sessão desta noite, Cármen L&uacute;cia relatou que Vera L&uacute;cia, uma das ministras substitutas do TSE, foi convidada para dar uma palestra promovida pela Comissão de &Eacute;tica P&uacute;blica (CEP) na sexta-feira (16). O tema do seminário era "Gestão P&uacute;blica - Prevenção ao Enfretamento ao Ass&eacute;dio e a Discriminação".</p><p style="text-align: justify; ">Ao chegar para o evento, a ministra foi impedida de entrar mesmo ap&oacute;s apresentar a carteira funcional de ministra. Segundo a presidente do TSE, Vera L&uacute;cia s&oacute; conseguiu entrar e realizar a palestra ap&oacute;s adoção de providências.</p><p style="text-align: justify; ">"Assim que chegou ao local do evento, mesmo se apresentando como palestrante e apresentado a carteira funcional da condição de substituta de ministro deste Tribunal Superior Eleitoral, a ministra Vera L&uacute;cia não teve permissão para ingressar regularmente no local onde se daria a palestra", relatou Cármen L&uacute;cia.</p><p style="text-align: justify; ">Para a presidente do TSE, Vera L&uacute;cia foi alvo de racismo, discriminação e tratamento indigno.</p><p style="text-align: justify; ">"Racismo &eacute; crime, etarismo &eacute; discriminação. &Eacute; inconstitucional, imoral, injusto qualquer tipo de destratamento em razão de qualquer crit&eacute;rio que não seja a dignidade da pessoa humana", afirmou a presidente do TSE.</p><p style="text-align: justify; ">Cármen L&uacute;cia tamb&eacute;m informou que mandou um of&iacute;cio para a Comissão de &Eacute;tica para comunicar oficialmente o epis&oacute;dio.</p><p style="text-align: justify; ">"Eu oficiei hoje ao presidente da Comissão de &Eacute;tica da Presidência da Rep&uacute;blica para dar ciência formal do agravo, que pode constituir at&eacute; crime e que agrava todo brasileiro e toda brasileira, al&eacute;m de atingir a Justiça Eleitoral como um todo", completou.</p><p style="text-align: justify; ">O evento foi realizado no audit&oacute;rio do edif&iacute;cio do Centro Empresarial da Confederação Nacional do Com&eacute;rcio (CNC), onde diversos &oacute;rgãos possuem sede, entre eles, a Advocacia-Geral da União (AGU), que tamb&eacute;m promoveu o evento.</p><p style="text-align: justify; ">Em of&iacute;cio enviado ao TSE, a AGU esclareceu que a entrada no pr&eacute;dio &eacute; controlada por funcionários terceirizados contratados pelo condom&iacute;nio.</p><p style="text-align: justify; ">"Embora nem a Comissão de &Eacute;tica P&uacute;blica, nem a Advocacia Geral da União exerçam uma gestão administrativa do edif&iacute;cio onde ocorreram os fatos, ali estão sediadas unidades da AGU, em espaços regularmente locados pela CNC. Apesar disso, a AGU adotará todas as medidas cab&iacute;veis para compelir os responsáveis pela administração do pr&eacute;dio a tomarem providências imediatas no sentido de responsabilizarem o autor da agressão e implementarem ações educativas e preventivas, a fim de que situações semelhantes jamais se repitam", afirmou o &oacute;rgão. </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Mais de 5 milhões de eleitores terão título cancelado, informa TSE</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/1092/mais-de-5-milhoes-de-eleitores-terao-titulo-cancelado-informa-tse.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Wed, 21 May 2025 09:23:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (20) que deve cancelar mais de 5 milhões de t&iacute;tulos eleitorais de pessoas que faltaram &agrave;s três &uacute;ltimas eleições sem apresentar justificativa ou pagar as multas necessárias.O prazo para regularizar a situação do t&iacute;tulo se encerrou na segunda (19). Esses eleitores, contudo, ainda têm uma &uacute;ltima chance de regularizar sua inscrição eleitoral. Para isso, &eacute; necessário comparecer a um...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (20) que deve cancelar mais de 5 milhões de t&iacute;tulos eleitorais de pessoas que faltaram &agrave;s três &uacute;ltimas eleições sem apresentar justificativa ou pagar as multas necessárias.</p><p style="text-align: justify; ">O prazo para regularizar a situação do t&iacute;tulo se encerrou na segunda (19). Esses eleitores, contudo, ainda têm uma &uacute;ltima chance de regularizar sua inscrição eleitoral. Para isso, &eacute; necessário comparecer a um cart&oacute;rio eleitoral ou acessar o autoatendimento na internet e fazer um requerimento.</p><p style="text-align: justify; ">Caberá ao ju&iacute;zo eleitoral decidir se afasta ou não o cancelamento, baseado na documentação anexada ao processo.</p><p style="text-align: justify; ">O TSE informa ainda que o cancelamento não será comunicado individualmente. O eleitor pode verificar se teve o t&iacute;tulo cancelado consultando sua situação eleitoral no site do TSE.</p><p style="text-align: justify; ">“Quem não tiver quitado seus d&eacute;bitos deverá fazê-lo, mas a quitação não impedirá o cancelamento”, alerta a Justiça Eleitoral. “Será necessário, al&eacute;m de pagar os d&eacute;bitos, requerer a regularização do t&iacute;tulo”.</p><p style="text-align: justify; ">A partir de 30 de maio, quem não tiver tomado nenhuma providência terá o t&iacute;tulo cancelado, ficando impedido de votar ou ser votado.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Cerca de 19 milhões não enviaram declaração do IR a dez dias do prazo</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/1089/cerca-de-19-milhoes-nao-enviaram-declaracao-do-ir-a-dez-dias-do-prazo.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Wed, 21 May 2025 07:51:44 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A dez dias do fim do prazo, cerca de 19 milhões de contribuintes ainda não acertaram as contas com o Fisco. At&eacute; as 17h desta terça-feira (20), 27.448.777 contribuintes enviaram a Declaração Imposto de Renda Pessoa Física 2025 (IRPF) &agrave; Receita Federal. O número equivale a 59,41% do total esperado para este ano.Segundo a Receita Federal, 64,4% das declarações entregues at&eacute; agora terão direito a receber restituição, enquanto 19,4% terão que pagar Imposto de Renda...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A dez dias do fim do prazo, cerca de 19 milhões de contribuintes ainda não acertaram as contas com o Fisco. At&eacute; as 17h desta terça-feira (20), 27.448.777 contribuintes enviaram a Declaração Imposto de Renda Pessoa Física 2025 (IRPF) &agrave; Receita Federal. O número equivale a 59,41% do total esperado para este ano.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo a Receita Federal, 64,4% das declarações entregues at&eacute; agora terão direito a receber restituição, enquanto 19,4% terão que pagar Imposto de Renda e 16,2% não têm imposto a pagar nem a receber. A maioria dos documentos foi preenchida a partir do programa de computador (83,4%), mas 10,9% dos contribuintes recorrem ao preenchimento on-line, que deixa o rascunho da declaração salvo nos computadores do Fisco (nuvem da Receita), e 5,7% declaram pelo aplicativo Meu Imposto de Renda para smartphones e tablets.</p><p style="text-align: justify; ">Um total de 48,1% dos contribuintes que entregaram o documento &agrave; Receita Federal usaram a declaração pr&eacute;-preenchida, por meio da qual o declarante baixa uma versão preliminar do documento, bastando confirmar as informações ou retificar os dados. A opção de desconto simplificado representa 56,4% dos envios.</p><p style="text-align: justify;">Desde 1º de abril, a declaração pr&eacute;-preenchida passou a ser baixada com todos os dados disponíveis. O abastecimento dos dados da declaração pr&eacute;-preenchida atrasou neste ano por causa da greve dos auditores fiscais da Receita.</p><p style="text-align: justify; ">O prazo para entregar a declaração começou em 17 de março e termina &agrave;s 23h59 do dia de 30 de maio. O programa gerador da declaração está disponível desde 13 de março.</p><p style="text-align: justify; ">A Receita Federal espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física este ano, o que representará um acr&eacute;scimo de quase 7%, na comparação com 2024, quando foram entregues 43,2 milhões de declarações.</p><p style="text-align: justify; ">As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 169.440, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam at&eacute; dois salários mínimos mensais durante 2024 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se se enquadrarem em outro crit&eacute;rio de obrigatoriedade.</p><p><br></p><p><br></p><p><img src="https://www.eixosnoticias.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2025/05/1088_c6c018c70f46a3af9e58f039eb30345d.png" style="width: 620px;">  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>STF adia decisão sobre restrições para laqueadura e vasectomia</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/1066/stf-adia-decisao-sobre-restricoes-para-laqueadura-e-vasectomia.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 23:54:04 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou nesta quinta-feira (13) a conclusão do julgamento sobre a constitucionalidade da lei que estabeleceu crit&eacute;rios para realização de cirurgias de esterilização voluntária de homens e mulheres, m&eacute;todos conhecidos como vasectomia e laqueadura.A análise do caso foi suspensa por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. A data para retomada do julgamento não foi definida.At&eacute; o momento, a Corte tem placar de 4 votos a 3 para que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou nesta quinta-feira (13) a conclusão do julgamento sobre a constitucionalidade da lei que estabeleceu crit&eacute;rios para realização de cirurgias de esterilização voluntária de homens e mulheres, m&eacute;todos conhecidos como vasectomia e laqueadura.</p><p style="text-align: justify; ">A análise do caso foi suspensa por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. A data para retomada do julgamento não foi definida.</p><p style="text-align: justify; ">At&eacute; o momento, a Corte tem placar de 4 votos a 3 para que somente a idade m&iacute;nima de 18 anos seja exigida pelos sistemas de sa&uacute;de p&uacute;blico e privado de mulheres e homens que querem realizar o procedimento. Para os ministros, a cirurgia pode ser realizada a partir da maioridade civil.</p><p style="text-align: justify; ">O crit&eacute;rio m&iacute;nimo foi defendido pelos ministros Nunes Marques, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Alexandre de Moraes, Andr&eacute; Mendonça e Luiz Fux votaram pela manutenção de todos os crit&eacute;rios de idade, al&eacute;m do n&uacute;mero m&iacute;nimo de filhos. Faltam os votos de quatro ministros.</p><p style="text-align: justify; "><b>Entenda</b></p><p style="text-align: justify; ">A Corte julga trechos da Lei 9.263/1996, conhecida como Lei do Planejamento Familiar, a partir de uma ação protocolada pelo PSB, em 2018.</p><p style="text-align: justify; ">O texto original previa que homens e mulheres s&oacute; poderiam realizar laqueadura e vasectomia se tivessem idade m&iacute;nima de 25 anos, pelo menos dois filhos vivos, e ap&oacute;s o cumprimento de intervalo m&iacute;nimo de 60 dias.</p><p style="text-align: justify; ">No per&iacute;odo, de acordo com a lei, homens e mulheres devem ter acesso a serviço de aconselhamento para "desencorajar a esterilização precoce". Al&eacute;m disso, a norma definiu que a esterilização dependia da autorização expressa do c&ocirc;njuge.</p><p style="text-align: justify; ">Em 2022, a Lei 14.443 promoveu alterações na norma original sobre o tema. A autorização para realização da laqueadura foi retirada, e a idade m&iacute;nima passou para 21 anos. Contudo, a restrição do m&eacute;todo continuou condicionada ao n&uacute;mero m&iacute;nimo de dois filhos.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>População LGBTQIA+ denuncia mais casos de violência no país</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/999/populacao-lgbtqia-denuncia-mais-casos-de-violencia-no-pais.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 14:35:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O volume de den&uacute;ncias de casos de LGBTQIA+fobia saltou nos &uacute;ltimos anos. Segundo dados do Disque 100, serviço do Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), que documenta violações de direitos humanos, 5.741 casos foram registrados at&eacute; setembro deste ano. No ano anterior, foram feitas 6.070 den&uacute;ncias, 2.122 a mais que em 2022 (3.948).Boa parte dos registros de violência foi feita por homens gays, embora pessoas transexuais e travestis tenham sido...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O volume de den&uacute;ncias de casos de LGBTQIA+fobia saltou nos &uacute;ltimos anos. Segundo dados do Disque 100, serviço do Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), que documenta violações de direitos humanos, 5.741 casos foram registrados at&eacute; setembro deste ano. No ano anterior, foram feitas 6.070 den&uacute;ncias, 2.122 a mais que em 2022 (3.948).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1616783&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1616783&amp;o=node"></p><p style="text-align: justify;">Boa parte dos registros de violência foi feita por homens <em>gays</em>, embora pessoas transexuais e travestis tenham sido as principais v&iacute;timas de agressão. </p><p style="text-align: justify;">“Este não &eacute; um dado novo. Quando olhamos, por exemplo, a Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de [PNS] de 2019, já t&iacute;nhamos uma prevalência de violência contra a população LGBTQIA+, sobretudo contra as mulheres”, afirma o professor do Departamento de Enfermagem de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo de Mattos Russo. </p><p style="text-align: justify;">Para Russo, o aumento do n&uacute;mero de den&uacute;ncias pode ser explicado pela postura mais afirmativa das pessoas LGBTQIA+ e pelo reconhecimento das violações de direitos enfrentadas. “Estamos vivendo um momento pol&iacute;tico em que existe o confronto entre a prática de resistência de alguns grupos, com suas identidades, contra aquilo que chamamos de sociedade tradicional. Este &eacute; um ponto crucial, inclusive que estimula a pol&iacute;tica de &oacute;dio no Brasil.”</p><p style="text-align: justify;">Quanto ao perfil dos denunciantes, homens <em>gays</em> e brancos entre 20 e 40 anos são responsáveis pela maioria dos registros de LGBTQIA+fobia. Na avaliação da professora do Departamento de Direito Privado da UFF Carla Appollinário de Castro, a predominância desse grupo ocorre porque são estas as pessoas compreendidas como sujeitos de direitos. “A maioria das v&iacute;timas de violência no Brasil, de acordo com outros relat&oacute;rios, são mulheres trans e travestis, mas, normalmente, essas pessoas não se veem no lugar de cidadãs que podem reivindicar os seus direitos, porque já estão habituadas a uma vida de exclusão e opressão”, diz. </p><p style="text-align: justify;"><br></p><h2 style="text-align: justify;">Violências</h2><div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered" style="text-align: justify;"><img src="https://imagens.ebc.com.br/dvEK9IhlE6hzaYpyZERaxzB4pu0=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/18/_rbr3101.jpg?itok=-vObizac" alt="Rio de Janeiro (RJ), 17/10/2024 - Ariela Nascimento, estudante de Ciências Sociais na UFF, ativista, assessora da vereadora de Niteroi, Benny Briolly. V&iacute;tima de LGBTQIA+fobia em maio deste ano. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" style="width: 50%; float: right;" class="note-float-right"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta" style="text-align: justify;">A estudante da Universidade Federal Fluminense Ariela Nascimento, que foi agredida em maio em Cabo Rio - <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong></h6></div></div><p style="text-align: justify;">Em maio deste ano, a ativista e estudante de ciências sociais na Universidade Federal Fluminense (UFF) Ariela Nascimento desfrutava de um momento de afeto com o namorado, Bruno Henrique, em um bar na cidade de Cabo Frio, na Região dos Lagos, quando escutou de um cliente a frase: “Olha lá, o cara com um traveco”. “Questionei o fato dessa fala ser uma frase muito transf&oacute;bica. Imediatamente ele pagou a conta e se retirou do bar”, recorda a tamb&eacute;m assessora parlamentar da vereadora Benny Briolly (PSOL), uma das 26 pessoas transexuais eleitas no pleito municipal deste ano.</p><p style="text-align: justify;">Pouco tempo depois, Ariela e o namorado, tamb&eacute;m uma pessoa trans, decidiram sair do bar. No entanto, a alguns quil&ocirc;metros de distância, encontraram a pessoa responsável pela ofensa, que aguardava com mais quatro homens, todos portando pedaços de madeira. “Começaram a me agredir. Eu não conseguia enxergar nada, s&oacute; conseguia escutar eles falando: 'vamos pegar, &eacute; isso, dá mais'”, relembra. Embora não fosse o alvo da agressão por não ter sido interpretado como uma pessoa transexual naquele momento, Bruno tamb&eacute;m foi atacado. Apenas quando os agressores voltaram a atenção novamente para Ariela &eacute; que o rapaz encontrou uma brecha para correr at&eacute; a moto do casal. </p><p style="text-align: justify;">“Não consigo entender o que levou esse homem a ter um &oacute;dio tão grande, a ponto de me violentar”, lembra a ativista, em entrevista &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>. “Com muita força, consegui me levantar, mas eles continuaram me batendo, e eu criando forças para me levantar e encontrar o Bruno. Tentei abrir os olhos, e, mesmo enxergando tudo embaçado, consegui ver que tinha uma moto ali. Tentei ir na direção dela, mas eles continuaram me batendo, e eu ca&iacute; de novo. Não sei qual força estava me protegendo naquele momento para eu sair dali viva, mas consegui me levantar mais uma vez e subir na moto do Bruno.”</p><p style="text-align: justify;">Com ajuda da jornalista e pesquisadora Sara Wagner York, o casal seguiu para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cabo Frio, na Avenida V&iacute;tor Rocha, mas a situação de violência não terminou na agressão f&iacute;sica. “Ap&oacute;s esse epis&oacute;dio horr&iacute;vel, fui ao hospital em busca de ajuda e suporte com Sara Wagner York, que me recolheu do local onde eu havia sido agredida e me deu apoio inicialmente, mas, de manhã, fui confrontada com mais transfobia”, publicou Ariela em seu perfil no Instagram na &eacute;poca. “Angel [amiga de Ariela], que veio me dar suporte em conjunto com o centro de cidadania e a superintendência do munic&iacute;pio, foi tratada com desrespeito e negligência pela equipe m&eacute;dica, que se recusou a fornecer as informações necessárias para que ela pudesse prestar queixa juntamente a mim e denunciar o ocorrido, e ainda foi agredida junto ao meu namorado por um segurança do hospital enquanto tentava encontrar meios de me ajudar a conseguir justiça para a situação toda.”</p><h2 style="text-align: justify;">N&uacute;meros </h2><p style="text-align: justify;">Segundo o Observat&oacute;rio Nacional dos Direitos Humanos (ObservaDH), tamb&eacute;m do MDHC, 11.120 pessoas LGBTQIA+ foram v&iacute;timas de algum tipo de agressão em função da orientação sexual ou da identidade de gênero em 2022. Pessoas transexuais e travestis correspondem &agrave; maioria dos casos (38,5%). Casos de violências f&iacute;sica (7.792), psicol&oacute;gica (3.402) e sexual (3.669) lideram as estat&iacute;sticas. </p><p style="text-align: justify;">Agressões como essas são motivadas, principalmente, por situações de intolerância, discriminação e ignorância, sendo os homens os principais agressores apontados pelos processos judiciais em casos de LGBTQIA+fobia. “O que diz respeito &agrave; vida &iacute;ntima das pessoas não deveria nos incomodar, mas muitos tomam isso como referência constitutiva da pessoa; da&iacute; vem a discriminação”, afirma a pesquisadora Carla Appollinário de Castro. “&Agrave;s vezes, identificamos tamb&eacute;m aspectos religiosos incidindo sobre a vivência e a convivência das pessoas LGBTQIA+, o que acaba agravando o quadro de exclusão social.”</p><p style="text-align: justify;">Para a professora, outra informação relevante &eacute; que, em muitos casos, as agressões partem de membros da fam&iacute;lia ou de pessoas pr&oacute;ximas. Conforme o ObservaDH, o agressor &eacute; algu&eacute;m conhecido da v&iacute;tima, como ex-companheiros ou namorados, em 30% dos casos, enquanto amigos ou conhecidos são responsáveis por 17,7% das situações de violência. “Assim como as mulheres, as pessoas LGBTQIA+ são vistas como indiv&iacute;duos que não detêm autonomia. Então, a sociedade acha que tem o poder de vida e de determinação sobre n&oacute;s e nossos corpos. &Eacute; do entendimento que não somos aut&ocirc;nomas e que essas pessoas podem determinar como pensamos, como nos constitu&iacute;mos como indiv&iacute;duos e o que fazemos. Da&iacute; vem a violência no ambiente familiar.”</p><p style="text-align: justify;">No ano passado, o Dossiê Assassinatos e Violências contra Travestis e Transexuais Brasileiras, elaborado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), revelou que 145 pessoas morreram v&iacute;timas de transfobia no Brasil. A maioria (93,7%) foram mulheres trans, negras (78,7%), com at&eacute; 35 anos (79%), e moradoras das periferias dos grandes centros urbanos. O uso de armas de fogo foi identificado em 46% dos registros, mas tamb&eacute;m &eacute; comum que as mortes sejam resultado de espancamento, apedrejamento, estrangulamento, pauladas, degola ou ateamento de fogo (30%). De acordo com o documento, muitos dos casos aconteceram com uso excessivo de violência e requintes de crueldade.</p><p style="text-align: justify;">O dossiê tamb&eacute;m identificou que as v&iacute;timas de 57% dos assassinatos eram profissionais do sexo. Para Ricardo Russo, este &eacute; um dado que leva diretamente &agrave; reflexão sobre a ausência de oportunidades para as mulheres transexuais e travestis. “Essas são pessoas que, em geral, foram expulsas de casa, sofreram violência no ambiente escolar e foram exclu&iacute;das de um conjunto de oportunidades. Uma parte dessas pessoas acaba atuando como profissionais do sexo, não necessariamente por desejo, mas porque este acaba sendo um nicho de oportunidades”, observa. “Isso tamb&eacute;m explica porque parte expressiva dessa violência &eacute; produzida por parceiros &iacute;ntimos, seja em relacionamentos, seja por parceiros ocasionais. Os pr&oacute;prios parceiros tamb&eacute;m as assassinam.”</p><div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right"><div class="dnd-atom-rendered" style="text-align: justify;"><img src="https://imagens.ebc.com.br/BTg3J3hxTUhMqmmhgduyp5RrxyU=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/966701-06072015-_dsc3042.jpg?itok=DM9l6wPb" alt="O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, Cláudio Nascimento, durante a posse dos novos integrantes do Grupo de Trabalho de Enfrentamento &agrave; Intolerância Religiosa no Rio. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil/Arquivo" title="Tomaz Silva/Agência Brasil/Arquivo"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta" style="text-align: justify;">Cláudio Nascimento destaca que cor e classe tamb&eacute;m contribuem para a exclusão de pessoas LGBTQIA+ - <strong>Tomaz Silva/Arquivo/Agência Brasil</strong></h6></div></div><p style="text-align: justify;">Diretor da Aliança Nacional LGBTI+ e presidente do Grupo Arco-&Iacute;ris de Cidadania LGBT+, Cláudio Nascimento Silva ressalta a importância de pensar elementos como raça, origem e situação socioecon&ocirc;mica ao avaliar as diferentes violências enfrentadas pela população LGBTQIA+, fatores fundamentais tanto na análise dos dados de discriminação quanto no enfrentamento &agrave; discriminação. “Quando pensamos a violência contra a comunidade LGBTQIA+, temos que trazer um elemento importante para essa conversa que &eacute; a interseccionalidade, ou seja, como olhamos para os indiv&iacute;duos e percebemos que, al&eacute;m da orientação sexual e da identidade de gênero, existem recortes que contribuem ainda mais para a exclusão dessas pessoas, que são os marcadores de cor, de classe social e de territ&oacute;rio. Tudo isso interfere, porque quanto mais se somam esses marcadores de exclusão, mais a pessoa sofre preconceito e discriminação.”</p><h2 style="text-align: justify;">Lei</h2><p style="text-align: justify;">Apesar de ter sido a primeira vez que enfrentou uma situação de agressão f&iacute;sica, o ataque sofrido em maio não foi o primeiro epis&oacute;dio de violência que Ariela viveu. “Com muita honestidade, acho que n&oacute;s, enquanto pessoas trans, sofremos violência em todos os espaços, mas posso dizer com muita firmeza que foi a primeira em que sofri ao ponto de achar que perderia a vida.” Ao denunciar a situação, Ariela conta que foi chamada para uma s&eacute;rie de procedimentos, incluindo um reconhecimento fotográfico, mas que não conseguiu identificar o culpado e depois não foi mais informada sobre o andamento do caso. </p><p style="text-align: justify;">“Digo at&eacute; que este &eacute; outro tipo de violência. Sei que há um tempo de demora da Justiça, mas acredito que isso tem se dado pelo fato de o caso não estar mais sendo levado com tanta seriedade, at&eacute; mesmo pelo tempo que passou”, reflete. “A&iacute; tem a minha responsabilidade e o meu compromisso com aquilo que busco diariamente para defender a população LGBTQIA+, que &eacute; não deixar que esse caso morra, que deixe de existir, porque existiu, aconteceu. Então, precisamos dar uma resposta, não s&oacute; para o que aconteceu comigo, mas para apontar de novo sobre o pa&iacute;s em que vivemos, que ainda &eacute; o que mais mata a população LGBTQIA+.”</p><p style="text-align: justify;">Diante das situações de violação de direitos, em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou a LGBTQIA+fobia ao racismo, criminalizando a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. No mesmo julgamento, foi decidido que crimes motivados por homofobia ou transfobia seriam considerados hediondos. Já em caso de homic&iacute;dio doloso &mdash; quando &eacute; comprovado que o agressor teve a intenção de matar &mdash;, o crime passa a ser qualificado por configurar motivo torpe. A decisão tem validade at&eacute; que o Congresso Nacional edite legislação espec&iacute;fica para punir crimes associados &agrave; LGBTQIA+fobia. </p><p style="text-align: justify;">Em 2023, a norma foi atualizada, e ofensas dirigidas &agrave; comunidade passaram a ser enquadradas como inj&uacute;ria racial. O crime passou a ser imprescrit&iacute;vel, e o agressor não tem direito a fiança ou a limite de tempo para responder judicialmente, podendo ser preso. “Viemos de um movimento de luta e de reconhecimento de direitos que não começa agora. Em 2019, o STF criminalizou a LGBTQIA+fobia e a equiparou ao crime de racismo. O problema &eacute; que, no campo jur&iacute;dico, havia duas legislações, uma de racismo e outra de inj&uacute;ria racial”, lembra Carla Castro.</p><p style="text-align: justify;">O racismo, explica a professora, era compreendido como uma forma de discriminação contra um conjunto de pessoas em razão da identidade racial, enquanto a inj&uacute;ria racial era compreendida como uma forma de discriminação individual. Essa ofensa individual praticada com frequência, entretanto, não poderia ser caracterizada apenas como um caso isolado de violência. Assim, a lei foi alterada, equiparando ambas as situações. “O racismo &eacute; um crime inafiançável, imprescrit&iacute;vel e impass&iacute;vel de indulto ou graça, de acordo com a Constituição Federal de 1988. Então, essa &eacute; uma tentativa da sociedade de sinalizar que existem violências praticadas contra certos grupos, que, no momento passado, já discutimos isso social e coletivamente e dissemos que não &iacute;amos mais tolerar. Agora, estamos reivindicando a intolerância com a intolerância.”</p><p style="text-align: justify;">Apenas a lei, no entanto, não tem potencial para transformar a sociedade. “A medida punitiva &eacute; uma medida necessária, inclusive para podermos estabelecer normas de conduta”, afirma Russo, que tamb&eacute;m reforça a necessidade de construir outras ações: “Falta um olhar mais espec&iacute;fico para uma legislação que contenha não apenas a punição, mas, sobretudo, o debate sobre orientação sexual e identidade de gênero desde o in&iacute;cio, porque, se o gênero &eacute; uma construção social, conseguimos fazer outra construção onde possamos nos reconhecer nas m&uacute;ltiplas identidades.”</p><p style="text-align: justify;">Elaborar diferentes ações para lidar com a discriminação e o preconceito em relação &agrave; orientação sexual tamb&eacute;m inclui medidas para lidar com os impactos da LGBTQIA+fobia, sobretudo da violência psicol&oacute;gica, como traz Ariela Nascimento. “Ela vai gerar uma s&eacute;rie de aspectos negativos para a sa&uacute;de mental do indiv&iacute;duo, como o medo de andar pelas ruas e de ter que se defender e defender seus direitos. A pessoa se torna muita mais vulnerável; então, a discriminação tem efeitos direitos na autoestima e na maneira como a pessoa se coloca no mundo, porque ela acaba ficando mais insegura.”</p><p style="text-align: justify;">“Tenho medo, todos os dias, de sair de casa e ir para o trabalho, porque não sei o que pode acontecer. Isso me assusta muito e, por mais que eu tenha cuidado disso, não &eacute; fácil”, lamenta Ariela. “Mesmo assim, não quero que as pessoas olhem para mim e me vejam s&oacute; pelo lugar da dor ou da violência. Quero que as pessoas entendam tamb&eacute;m o outro lado, que &eacute; ser uma travesti, estudante de uma universidade federal e assessora parlamentar, que está na luta em defesa dos direitos humanos e tem uma medida cautelar garantida pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, responsabilizando o Estado brasileiro pela minha vida.”</p><p style="text-align: justify;">Em 2022, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), &oacute;rgão da Organização dos Estados Americanos (OEA), emitiu a Resolução 34/22, garantindo medidas cautelares a favor da vereadora Benny Briolly, inclu&iacute;da no Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, e aos integrantes de sua equipe. O documento destaca que “ap&oacute;s analisar as alegações de fato e direito fornecidas pelas partes, a comissão considera que as informações apresentadas demonstram <em>prima facie</em> [&agrave; primeira vista] que a proposta beneficiária se encontra em uma situação grave e urgente, pois seus direitos &agrave; vida e integridade pessoal estão em risco de danos irreparáveis”. Com isso, por decisão da CIDH, o Brasil deve adotar medidas para proteger a vida e a integridade pessoal da parlamentar e de três membros da sua equipe de trabalho, entre os quais, Ariela.</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify;"><br></p><p>    <br class="Apple-interchange-newline"></p>]]></content:encoded>
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			<title>Lira anuncia comissão para debater PL do Aborto no segundo semestre</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/909/lira-anuncia-comissao-para-debater-pl-do-aborto-no-segundo-semestre.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 01:36:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[                                                               O  presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), informou nesta  terça-feira (18) que irá criar uma comissão para debater o projeto de  lei que equipara o aborto, ap&oacute;s a 22ª semana de gestação, a homicídio.  Segundo Lira, a comissão terá representantes de todos os partidos.  Lira anunciou ainda que a proposta será debatida no segundo semestre depois do recesso parlamentar.   “Reafirmar a importância...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="post-item-wrap">                                                               <p align="justify">O  presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), informou nesta  terça-feira (18) que irá criar uma comissão para debater o projeto de  lei que equipara o aborto, ap&oacute;s a 22ª semana de gestação, a homicídio.  Segundo Lira, a comissão terá representantes de todos os partidos.</p>  <p align="justify">Lira anunciou ainda que a proposta será debatida no segundo semestre depois do recesso parlamentar. </p>  <p align="justify">“Reafirmar a importância do amplo debate.  Isso &eacute; fundamental para exaurir todas as discussões, para se chegar a um  termo que crie, para todos, segurança jurídica, humana, moral e  científica sobre qualquer projeto que possa a vir a ser debatido na  Câmara", disse. "Nunca fugiremos a essa responsabilidade de fazer o  debate e fazê-lo com exatidão e nunca faltar com espírito aberto e  democrático para que a sociedade participe”, afirmou, segundo a Agência  Câmara. </p>  <p align="justify">O adiamento do debate ocorre ap&oacute;s <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-06/manifestantes-vao-as-ruas-contra-projeto-que-equipara-aborto-homicidio-0" target="_blank">críticas ao teor do projeto</a> -  entre elas, por equiparar o aborto a homicídio e impor uma pena maior a  mulher que faz o procedimento em comparação a de um estuprador - e  pelos deputados federais <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-06/projeto-que-equipara-aborto-homicidio-tem-urgencia-aprovada" target="_blank">terem aprovado regime de urgência</a> para a proposta, o que significa votar diretamente no plenário sem passar por discussões nas comissões da Casa. </p>  <p align="justify">De acordo com o presidente da Câmara, a  pauta e as decisões da Casa não são tomadas de forma monocrática, mas  dentro do colegiado. </p>  <p align="justify">Em entrevista &agrave; imprensa, acompanhado de  líderes partidários e representantes de bancadas, Lira garantiu que o  texto a ser aprovado na Câmara não terá retrocessos ou causará danos aos  direitos das mulheres. </p>  <p align="justify">“Quero reafirmar que nada nesse projeto  retroagirá nos direitos já garantidos e nada irá avançar para trazer  qualquer dano &agrave;s mulheres”, disse. </p>  <p align="justify">Pelo projeto, o aborto, depois de 22 semanas  de gravidez, será considerado crime de homicídio em qualquer situação,  mesmo em caso de estupro. Atualmente, a legislação permite o  procedimento nos casos em que a mulher foi vítima de estupro, a gestação  traz risco para vida da mãe ou anencefalia do feto.</p>  <h2 align="justify">Entenda o projeto de lei </h2>  <p align="justify">O Projeto de Lei 1904/24 equipara o aborto  acima de 22 semanas de gestação ao homicídio, aumentando de dez para 20  anos a pena máxima para quem fizer o procedimento.</p>  <p align="justify">O texto fixa em 22 semanas de gestação o  prazo máximo para abortos legais. Hoje em dia, a lei permite o aborto  nos casos de estupro, de risco de vida &agrave; mulher e de anencefalia fetal  (quando não há formação do c&eacute;rebro do feto). Atualmente, não há no  C&oacute;digo Penal um tempo máximo de gestação para o aborto legal.</p>  <p align="justify">Na legislação atual, o aborto &eacute; punido com  penas que variam de um a três anos de prisão, quando provocado pela  gestante; de um a quatro anos, quando m&eacute;dico ou outra pessoa provoque um  aborto com o consentimento da gestante; e de três a dez anos, para quem  provocar o aborto sem o aval da mulher. </p>  <p align="justify">Se o projeto de lei for aprovado, a pena  para as mulheres vítimas de estupro será maior do que  a dos estupradores, já que a punição para o crime de estupro &eacute; de dez  anos de prisão, e as mulheres que abortarem, conforme o projeto, podem  ser condenadas a at&eacute; 20 anos de prisão.</p>  <p align="justify"><em>* Com informações da Agência Câmara </em></p> 		        </div><p>  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>DPU defende que tese do racismo reverso não tem aplicação jurídica</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/899/dpu-defende-que-tese-do-racismo-reverso-nao-tem-aplicacao-juridica.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 06 Jul 2024 20:41:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Defensoria Pública da União (DPU) se manifestou a respeito da impossibilidade da aplicação jurídica da tese do ‘racismo reverso’ no Brasil. Em nota t&eacute;cnica, divulgada na terça-feira (2), o &oacute;rgão aponta a necessidade de que as normas que identificam e criminalizam o racismo recebam interpretação hist&oacute;rica, não podendo ser entendidas e aplicadas de forma literal. A manifestação se dá no contexto do julgamento de um habeas corpus protocolado no Tribunal de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Defensoria Pública da União (DPU) se manifestou a respeito da impossibilidade da aplicação jurídica da tese do ‘racismo reverso’ no Brasil. Em nota t&eacute;cnica, divulgada na terça-feira (2), o &oacute;rgão aponta a necessidade de que as normas que identificam e criminalizam o racismo recebam interpretação hist&oacute;rica, não podendo ser entendidas e aplicadas de forma literal. A manifestação se dá no contexto do julgamento de um habeas corpus protocolado no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) em um caso em que se apura a ocorrência de injúria racial contra um homem branco.</p><p style="text-align: justify;">Elaborada pelo Grupo de Trabalho de Políticas Etnorraciais da DPU, a nota alerta para os riscos de que a tese possa se propagar como uma argumentação válida no Judiciário brasileiro. Os defensores argumentam que a Lei de Racismo (Lei nº 7.716/89) tem por objetivo proteger grupos sociais historicamente discriminados em razão de sua pr&oacute;pria existência.</p><p style="text-align: justify;">No documento, a DPU cita como passíveis de ser vítimas do racismo, por exemplo, “a população negra, os povos originários, os praticantes de religiões e religiosidades de matriz africana, os imigrantes africanos e latinos, todos eles pertencentes a grupos silenciados, perseguidos e mesmo exterminados por s&eacute;culos de colonização europeia nas Am&eacute;ricas. Não sendo passível de inclusão nesse grupo pessoas pertencentes a coletividades historicamente hegem&ocirc;nicas e privilegiadas”.</p><p style="text-align: justify;">A nota tamb&eacute;m destaca que, na identificação das possíveis vítimas do racismo, &eacute; preciso não esquecer das práticas discriminat&oacute;rias da sociedade brasileira que sempre se voltaram a grupos que sofreram e ainda sofrem o processo de marginalização e exclusão social e cultural.</p><p style="text-align: justify;">“Ora, dizer que uma pessoa branca &eacute; vítima de racismo no Brasil tem como premissa a invenção de um contexto hist&oacute;rico e social de exclusão, silenciamento, violência e extermínio que nunca existiu para esse segmento populacional. Por evidente, nem a lei, nem os tribunais, têm a capacidade de (re)construir essa Hist&oacute;ria, que, ao fim e ao cabo, sequer poderia ser tida como revisão, mas como verdadeiro negacionismo hist&oacute;rico”, diz a DPU no documento.</p><p style="text-align: justify;">A DPU destaca que &eacute; um equívoco interpretar a legislação de forma literal, possibilitando que qualquer pessoa seja vítima de racismo. “Na interpretação desta lei, o juiz deve considerar como discriminat&oacute;ria qualquer atitude ou tratamento dado &agrave; pessoa ou a grupos minoritários que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos em razão da cor, etnia, religião ou procedência”, diz o texto.</p><p style="text-align: justify;">“A potencial adoção da tese do ‘racismo reverso’ pelo Poder Judiciário nega que as práticas discriminat&oacute;rias, segregacionistas e violentas da sociedade brasileira sempre tiveram como foco grupos &eacute;tnico-raciais específicos, a exemplo da população negra e dos povos originários. Vai al&eacute;m. Cria precedente que descredibiliza e mesmo invalida a luta hist&oacute;rica antirracista, já que abre divergência quanto ao real significado do racismo no Brasil”, continua a nota t&eacute;cnica.</p><p style="text-align: justify;">A manifestação pontua ainda a necessidade de que as normas que identificam e criminalizam o racismo no Brasil recebam uma interpretação hist&oacute;rica, sistemática e teleol&oacute;gica. “Não &eacute; possível utilizar uma norma criada para a proteção de grupos e pessoas específicas, porque vítimas de discriminação racial, para a salvaguarda de indivíduos ou coletividades sem qualquer hist&oacute;rico como sofredor do racismo”.</p><h2 style="text-align: justify;">Entenda o caso</h2><p style="text-align: justify;">Em janeiro deste ano, o Minist&eacute;rio Público de Alagoas apresentou denúncia de injúria racial contra um homem negro, baseada na queixa-crime de um italiano que disse ter tido ofendidos a “dignidade, o decoro e a reputação em razão da sua raça europeia”. Na peça inicial, a advogada do italiano diz que "as ofensas proferidas pelo querelado [acusado] denegriram a imagem e ofenderam a honra subjetiva" de seu cliente.</p><p style="text-align: justify;">A Justiça alagoana acatou a denúncia e tornou r&eacute;u, por injúria racial, o homem negro que teria dito ao italiano: “essa sua cabeça europeia, branca, escravagista, não te deixa enxergar nada al&eacute;m de você mesmo”. </p><p style="text-align: justify;">Na ação, os desembargadores do TJ-AL utilizaram como argumento para indeferir o pedido de trancamento da ação penal de que “o crime em questão pode ser cometido contra qualquer pessoa, independentemente da sua cor, raça ou etnia, caracterizando-se por ofender a dignidade de algu&eacute;m. Nessa esteira, a Lei protege integralmente, independente [sic] de sua origem &eacute;tnica”.</p><p style="text-align: justify;">Segundo o Instituto Negro de Alagoas (Ineg), responsável pela defesa do homem negro, este havia sido lesado pelo europeu em relação &agrave; compra de um terreno, e tamb&eacute;m tinha relação trabalhista com ele.</p><p style="text-align: justify;">Ao usar a lei para punir um homem negro de suposto racismo cometido contra um homem branco, de origem europeia, a ação admite a existência do “racismo reverso”, uma verdadeira aberração jurídica, na avaliação do instituto. Diante disso, o Ineg estuda levar o caso para análise no Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p><p style="text-align: justify;">Para a DPU o caso mostra que at&eacute; mesmo quando a lei &eacute; feita para proteger grupos minoritários, eles acabam sofrendo criminalização por força do aparato estatal. No caso, por meio de uma superficialidade hermenêutica que legitima interpretações literais, fortalecendo o constrangimento a grupos vulnerabilizados a partir da tese do “racismo reverso”.</p><p style="text-align: justify;">“Diante de todo o exposto, conclui-se não ser aproveitável juridicamente a tese do “racismo reverso”, que somente pode encontrar ressonância no senso comum e em ambientes despidos de parâmetros científicos e de qualquer análise hist&oacute;rica e social da realidade brasileira”, afirma a nota t&eacute;cnica.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Estudo revela deficiências na gestão de lideranças públicas em secretarias estaduais</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/894/estudo-revela-deficiencias-na-gestao-de-liderancas-publicas-em-secretarias-estaduais.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 11:17:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Uma pesquisa conduzida pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Insper e pela Vamos, parceria formada pela Fundação Lemann, Instituto Humanize e Rep&uacute;blica.org, revelou que 77% das secretarias estaduais de Educação, Sa&uacute;de e Gestão apresentam n&iacute;veis abaixo do ideal em gestão de pol&iacute;ticas para lideranças p&uacute;blicas. A análise considerou os pilares de pr&eacute;-seleção, gestão do desempenho, desenvolvimento, diversidade e atuação do &oacute;rgão central,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Uma pesquisa conduzida pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Insper e pela Vamos, parceria formada pela Fundação Lemann, Instituto Humanize e Rep&uacute;blica.org, revelou que 77% das secretarias estaduais de Educação, Sa&uacute;de e Gestão apresentam n&iacute;veis abaixo do ideal em gestão de pol&iacute;ticas para lideranças p&uacute;blicas. A análise considerou os pilares de pr&eacute;-seleção, gestão do desempenho, desenvolvimento, diversidade e atuação do &oacute;rgão central, com pontuações variando entre 10 e 30 pontos e algumas abaixo de 10 pontos.</span><br></p><p style="text-align: justify;">O Mapa de Gestão de Lideranças (MGL) examinou 57 secretarias estaduais e identificou que apenas 6% alcançaram n&iacute;veis considerados de referência (pontuação igual ou maior que 70) ou avançado (entre 50 e 70 pontos) em termos de boas práticas de gestão de pessoas em cargos de liderança do segundo e terceiro escalões, como gerentes, diretores e superintendentes. Segundo o estudo, 17% das secretarias se situam no n&iacute;vel intermediário (entre 30 e 50 pontos).</p><p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Os responsáveis pela pesquisa destacaram que o mapeamento visava diagnosticar capacidades, práticas estatais e principais potencialidades para a profissionalização dos quadros de dirigentes dos governos estaduais. O MGL procurou identificar boas práticas de gestão de pessoas no alto escalão dos governos estaduais, incluindo lideranças responsáveis pela administração de orçamentos, coordenação de equipes e implementação de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.</span><br></p><p style="text-align: justify;">O estudo revelou uma disparidade significativa entre o modelo ideal de gestão e a realidade observada nos estados brasileiros. Para Daniel de Bonis, diretor de Conhecimento, Dados e Pesquisa da Fundação Lemann, ainda há um longo caminho a percorrer, especialmente em termos de diversidade. “A representação de pessoas negras e de mulheres em cargos de liderança ainda está muito longe do que desejamos, mas há oportunidades de avanço. As boas práticas e iniciativas testadas em diversos estados, que já apresentam resultados positivos, são formas de estimular outros governos a aperfeiçoar seus pr&oacute;prios processos e implementar novas ações para contribuir com a transformação do ecossistema de gestão de pessoas e altas lideranças”, afirmou de Bonis.</p><p style="text-align: justify;">De Bonis tamb&eacute;m enfatizou que a qualidade do serviço p&uacute;blico está diretamente ligada &agrave; qualificação e engajamento dos servidores e, especialmente, de suas lideranças. “Por isso, &eacute; fundamental que as gestões p&uacute;blicas tenham programas robustos de desempenho e desenvolvimento de l&iacute;deres”, destacou.</p><p style="text-align: justify;">Os realizadores da pesquisa ressaltaram que, no Brasil, a seleção dos dirigentes p&uacute;blicos &eacute; predominantemente baseada em crit&eacute;rios pol&iacute;ticos, com pouca ênfase em processos que assegurem a competência e os incentivos necessários para um desempenho elevado na liderança p&uacute;blica. Gustavo Tavares, professor do Insper e coordenador acadêmico do MGL, apontou que a qualidade das lideranças tem um impacto significativo na capacidade de entrega dos &oacute;rgãos p&uacute;blicos. “&Eacute; crucial haver processos que garantam que os ocupantes de cargos de direção nos governos tenham as competências e os incentivos necessários para o alto desempenho”, afirmou Tavares.</p><p style="text-align: justify;">O MGL surge como uma iniciativa para disseminar boas práticas de gestão estrat&eacute;gica de pessoas no alto escalão, inspirando-se em casos de sucesso internacionais, com o objetivo de promover a profissionalização da alta direção no setor p&uacute;blico brasileiro.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Antônio José dos Santos é Promovido a Capitão da Polícia Militar</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/891/antonio-jose-dos-santos-e-promovido-a-capitao-da-policia-militar.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 17:59:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Simões Filho, 19 de junho de 2024 &ndash; Em um marco significativo para a comunidade local, o simoesfilhense Ant&ocirc;nio Jos&eacute; dos Santos foi promovido ao posto de Capitão da Polícia Militar. Com uma carreira marcada pela dedicação e pelo compromisso com a segurança pública, Toinho, como &eacute; chamado pela equipe de Handebol, &agrave; qual, fez parte na juventude, se destacou por seu profissionalismo e liderança ao longo dos anos de serviço.A promoção foi amplamente...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Simões Filho, 19 de junho de 2024 &ndash; Em um marco significativo para a comunidade local, o simoesfilhense Ant&ocirc;nio Jos&eacute; dos Santos foi promovido ao posto de Capitão da Polícia Militar. Com uma carreira marcada pela dedicação e pelo compromisso com a segurança pública, Toinho, como &eacute; chamado pela equipe de Handebol, &agrave; qual, fez parte na juventude, se destacou por seu profissionalismo e liderança ao longo dos anos de serviço.<br></p><p style="text-align: justify;">A promoção foi amplamente comemorada por diversos setores da sociedade. O site Eixos Notícias, reconhecido por sua cobertura detalhada e comprometida em divulgar fatos positivos de Simões Filho, expressou votos de sucesso ao novo Capitão. Em nota, a equipe editorial destacou a importância do reconhecimento ao trabalho exemplar de Santos.</p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, a equipe de Handebol Luiz Palmeira, da qual Toinho fez parte, e &eacute; um antigo colaborador, tamb&eacute;m se juntou &agrave;s felicitações. Em uma declaração oficial, a equipe parabenizou o Capitão Ant&ocirc;nio e desejou êxito contínuo em sua nova função, ressaltando seu papel inspirador tanto no esporte quanto na segurança pública.</p><p style="text-align: justify;">Ant&ocirc;nio Jos&eacute; dos Santos expressou sua gratidão pelo apoio recebido, afirmando que a promoção representa não apenas um avanço em sua carreira, mas tamb&eacute;m um compromisso renovado com a proteção e o bem-estar da comunidade de Simões Filho.</p><p style="text-align: justify;">Esta conquista &eacute; um testemunho do empenho e da dedicação de Toinho, bem como da educação que ele recebeu do seu pai, o Sargento Geraldo (in memoriam) al&eacute;m do reflexo da confiança depositada nele por seus superiores e pela comunidade local. A promoção a Capitão &eacute; um passo significativo que promete fortalecer ainda mais as ações da Polícia Militar na região.    </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>São Paulo Sedia 1º Fórum Internacional União da Africanidade para a Cultura de Paz</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/876/sao-paulo-sedia-1º-forum-internacional-uniao-da-africanidade-para-a-cultura-de-paz.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Thu, 23 May 2024 20:01:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[São Paulo recebe hoje o 1º F&oacute;rum Internacional União da Africanidade para a Cultura de Paz, um evento pioneiro que re&uacute;ne intelectuais e educadores de diversas partes do mundo para discutir e promover a paz por meio da valorização das culturas africanas.O evento &eacute; uma realização conjunta do SESI-SP, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e do Laborat&oacute;rio Experimental de Arte Educação e Cultura da Universidade de São Paulo (LABARTE-USP), com apoio da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">São Paulo recebe hoje o 1º F&oacute;rum Internacional União da Africanidade para a Cultura de Paz, um evento pioneiro que re&uacute;ne intelectuais e educadores de diversas partes do mundo para discutir e promover a paz por meio da valorização das culturas africanas.</span></p><p><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">O evento &eacute; uma realização conjunta do SESI-SP, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e do Laborat&oacute;rio Experimental de Arte Educação e Cultura da Universidade de São Paulo (LABARTE-USP), com apoio da UNESCO. A iniciativa &eacute; fruto do esforço coletivo de diversos acadêmicos e ativistas, liderados pelo professor Celso Prudente (@prudente.celso) e sua comissão organizadora.</span><br></p><p style="text-align: justify;"><img src="https://www.eixosnoticias.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2024/05/875_356f2bf1b37de25d7ba09dcb4c7646d3.jpeg" style="width: 303px;">Entre os ilustres participantes, destaca-se a presença do professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e advogado Samuel Vida. Reconhecido por seu trabalho em direito e relações raciais, Samuel Vida traz uma perspectiva crucial ao f&oacute;rum, contribuindo com sua vasta experiência em questões de justiça social e direitos humanos. Sua participação enriquecerá os debates e reflexões, proporcionando insights valiosos para os diálogos sobre cultura de paz e africanidade.</p><p style="text-align: justify;">Outro destaque do f&oacute;rum será a participação da professora Eunice Aparecida de Jesus Prudente, cuja pesquisa seminal inaugurou a temática das relações raciais nas academias jur&iacute;dicas brasileiras. No dia 24 de maio, ela compartilhará uma mesa de debate com outros intelectuais engajados, trazendo suas valiosas experiências e reflexões sobre o tema.</p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m dos debates e diálogos importantes, o evento tamb&eacute;m reconhecerá os esforços de educadores dedicados &agrave; construção de uma cultura de paz. No dia 25 de maio, será concedida a Medalha da União Educativa para a Construção da Cultura de Paz a vários educadores, celebrando suas contribuições significativas ao longo de suas carreiras.</p><p style="text-align: justify;">Este f&oacute;rum não s&oacute; promove uma plataforma para discussões acadêmicas e intercâmbio cultural, mas tamb&eacute;m reforça a importância da união e do respeito &agrave;s diversas culturas africanas como base para a paz global.</p><p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Para mais informações e detalhes sobre a programação, os interessados podem acompanhar as atualizações nas redes sociais dos organizadores e apoiadores do evento.</span><br></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Cármen Lúcia é eleita presidente do TSE</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/871/carmen-lucia-e-eleita-presidente-do-tse.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 07 May 2024 22:09:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Hoje, terça-feira (7), a ministra Cármen L&uacute;cia foi eleita presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o biênio 2024-2026, com o ministro Nunes Marques como vice-presidente. A posse está agendada para o in&iacute;cio do pr&oacute;ximo mês. A eleição segue a praxe do TSE, com a presidência rotativa entre os ministros do STF que atuam no tribunal. Cármen L&uacute;cia, atual vice-presidente, &eacute; a pr&oacute;xima na linha para assumir o comando. Em seu discurso, ela...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje, terça-feira (7), a ministra Cármen L&uacute;cia foi eleita presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o biênio 2024-2026, com o ministro Nunes Marques como vice-presidente. A posse está agendada para o in&iacute;cio do pr&oacute;ximo mês. A eleição segue a praxe do TSE, com a presidência rotativa entre os ministros do STF que atuam no tribunal.</p><p style="text-align: justify;"> Cármen L&uacute;cia, atual vice-presidente, &eacute; a pr&oacute;xima na linha para assumir o comando. Em seu discurso, ela prometeu continuar fortalecendo a democracia brasileira. Com essa mudança, o ministro Alexandre de Moraes deixará o cargo em 3 de junho, ap&oacute;s dois anos na Corte. </p><p style="text-align: justify;">Moraes elogiou a carreira de Cármen L&uacute;cia, a primeira mulher a presidir o TSE em 2012. O plenário tamb&eacute;m inclui os ministros efetivos Raul Ara&uacute;jo, Maria Isabel Galotti, Floriano de Azevedo Marques e Andr&eacute; Ramos Tavares. </p><p style="text-align: justify;">O TSE &eacute; composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do STJ e dois advogados indicados pelo presidente com not&oacute;rio saber jur&iacute;dico.  <br></p><p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s a eleição, Moraes elogiou a carreira da ministra e destacou que Cármen L&uacute;cia foi a primeira mulher a presidir o TSE, em 2012, durante a primeira passagem pelo tribunal.  <br></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Juiza Viviane Martins participa do programa É Direito com Caetano Barata </title>
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			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 23:01:35 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[No dia 22 de abril, o Podcast Comunidade, um canal do Youtube organizado pela Associação de Moradores do Conjunto Habitacional de Simões Filho 1, aconteceu a entrevista do programa "&Eacute; Direito", apresentado por Caetano Barata, a ilustre convidada foi a senhora Bel. Viviane Christine Martins, juíza do trabalho do TRT da 5ª Região (Bahia.A entrevista foi marcada pela presença de Bel. Viviane, que tamb&eacute;m atua como gestora do Programa Regional de Combate ao Trabalho Infantil e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 22 de abril, o Podcast Comunidade, um canal do Youtube organizado pela Associação de Moradores do Conjunto Habitacional de Simões Filho 1, aconteceu a entrevista do programa "&Eacute; Direito", apresentado por Caetano Barata, a ilustre convidada foi a senhora Bel. Viviane Christine Martins, juíza do trabalho do TRT da 5ª Região (Bahia.</p><p style="text-align: justify;">A entrevista foi marcada pela presença de Bel. Viviane, que tamb&eacute;m atua como gestora do Programa Regional de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo &agrave; Aprendizagem, al&eacute;m de integrar a Comissão de Direitos Humanos da Anamatra. A temática em foco foi a interseção entre a Justiça, a vida acadêmica e o fortalecimento do empoderamento feminino na Bahia, ressaltando tamb&eacute;m a luta incansável em prol da erradicação do trabalho infantil.</p><p style="text-align: justify;">Durante a entrevista, foram abordados diversos aspectos relevantes, desde a importância da participação da sociedade nos espaços de decisão frente ao combate ao trabalho infantil, at&eacute; os desafios enfrentados na aplicação efetiva da legislação trabalhista. A entrevista proporcionou um espaço de reflexão e debate sobre questões fundamentais para o desenvolvimento social e a garantia de direitos das crianças e adolescentes na sociedade brasileira.</p><p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">O programa &Eacute; Direito com Caetano Barata no podcast PodComunidade continua a promover diálogos enriquecedores e relevantes para a comunidade, demonstrando seu compromisso com a informação e a promoção do debate público.</span><br></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Fórum Municipal de Políticas Públicas para Mulheres em Simões Filho</title>
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			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 23:04:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em um esforço conjunto para fortalecer a rede de proteção &agrave;s mulheres e enfrentar a violência de gênero, a Prefeitura Municipal de Simões Filho, sob a liderança do Prefeito Di&oacute;genes Tolentino, realizou nesta quinta-feira o aguardado *F&oacute;rum Municipal de Políticas Públicas para Mulheres*. O evento, inserido na Programação da "Campanha Março Mulher", conforme estabelecido pela Lei Municipal 1213/21, reuniu uma gama diversificada de autoridades dos Poderes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em um esforço conjunto para fortalecer a rede de proteção &agrave;s mulheres e enfrentar a violência de gênero, a Prefeitura Municipal de Simões Filho, sob a liderança do Prefeito Di&oacute;genes Tolentino, realizou nesta quinta-feira o aguardado *F&oacute;rum Municipal de Políticas Públicas para Mulheres*. O evento, inserido na Programação da "Campanha Março Mulher", conforme estabelecido pela Lei Municipal 1213/21, reuniu uma gama diversificada de autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como representantes da sociedade civil.</p><p style="text-align: justify;">A presença expressiva de figuras como o vice-prefeito, Sid Serra; a Secretária de Governo, Simone Costa; o Presidente da Câmara, Del do Cristo Rei, e renomados representantes do sistema judiciário, como a Delegada e Coordenadora do Departamento de Proteção &agrave; Mulher da Polícia Civil, Dra. Patricia Barreto; o Major PM Hildegard Dantas; o Juiz de Direito Dr. Murilo de Castro; a Promotora de Justiça Dra. Mariana Pacheco; o Promotor de Justiça Dr. Marcelo Braga; a Defensora Pública Dra. Maya Gelman; da secretária de Políticas Públicas para Mulheres (licenciada) Andrea Almeida; da secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, Andrea Pereira, representando a Deputada Estadual, Kátia Oliveira; da advogada e Presidente do Conselho de Mulheres, Daniela Abreu; da Bacharel em Direito, Coordenadora da SPM e secretária interina da SPM, Islane Argolo; al&eacute;m da notável presença da Psic&oacute;loga Diana Coelho, reflete o compromisso conjunto em prol dessa causa urgente.</p><p style="text-align: justify;">Desde sua criação em 2017, a Secretaria de Políticas Públicas para Mulher (SPM), idealizada pela gestão do Prefeito Di&oacute;genes Tolentino, tem sido um pilar fundamental na ampliação da participação feminina e na implementação de políticas públicas voltadas para a proteção das mulheres. O F&oacute;rum de hoje, sediado na Câmara de Vereadores, não apenas discutiu a relevante campanha com o tema "Mulher Seja sua Melhor Versão", mas tamb&eacute;m ressaltou Simões Filho como um exemplo a ser seguido na implementação de políticas públicas de prevenção &agrave; violência.</p><p style="text-align: justify;">A iniciativa liderada pela SPM teve como objetivo conscientizar, fortalecer a rede de apoio e convocar toda a sociedade para essa luta coletiva. Durante o evento, foram ressaltadas as principais ações e equipamentos da rede de enfrentamento &agrave; violência dom&eacute;stica, incluindo o Centro de Referência de Atendimento &agrave; Mulher (CRAM), destacando o compromisso contínuo da gestão Di&oacute;genes Tolentino com a promoção e defesa dos direitos das mulheres.</p><p style="text-align: justify;">O F&oacute;rum, fruto de uma parceria entre os diversos segmentos da Prefeitura Municipal, a SPM, o CRAM e o Conselho Municipal de Direitos das Mulheres, foi marcado não apenas pelos discursos inspiradores dos palestrantes, mas tamb&eacute;m pela troca de conhecimentos, experiências e estrat&eacute;gias que visam catalisar mudanças rumo a uma sociedade mais justa e segura para as mulheres.</p><p style="text-align: justify;">Neste evento significativo, a representação da Deputada Estadual Kátia Oliveira, atrav&eacute;s da titular da pasta de Desenvolvimento Social e Cidadania, Andrea Pereira, e a presença da Chefe da Secretaria de Governo, Simone Costa, em nome do Prefeito Dinha Tolentino, solidificam o compromisso conjunto de todos os setores da sociedade em enfrentar e erradicar a violência de gênero em todas as suas formas. </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Abin foi usada para monitorar promotora do caso Marielle, diz PF</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/799/abin-foi-usada-para-monitorar-promotora-do-caso-marielle-diz-pf.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 18:15:54 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As investigações da Pol&iacute;cia Federal (PF) envolvendo o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) revelam que a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi usada para monitorar a promotora responsável pela investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, al&eacute;m de outras autoridades. Os crimes teriam ocorrido no durante o governo de Jair Bolsonaro, quando Ramagem foi diretor da Abin. Marielle foi morta em março de 2028.Mais cedo, a PF ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="justify">As investigações da Pol&iacute;cia Federal (PF) envolvendo o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) revelam que a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi usada para monitorar a promotora responsável pela investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, al&eacute;m de outras autoridades. Os crimes teriam ocorrido no durante o governo de Jair Bolsonaro, quando Ramagem foi diretor da Abin. Marielle foi morta em março de 2028.</p><p align="justify">Mais cedo, a PF realizou buscas e apreensões contra Ramagem e outros investigados. Agentes estiveram no gabinete do parlamentar na Câmara dos Deputados e nas residências dele em Bras&iacute;lia e no Rio de Janeiro. A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações na Corte.</p><p align="justify">De acordo com a decisão de Moraes que embasou as buscas, Ramagem, policiais e delegados da PF que estavam cedidos para a Abin, al&eacute;m de servidores do &oacute;rgão, teriam participado de uma organização criminosa para monitorar ilegalmente autoridades p&uacute;blicas. O caso &eacute; conhecido como "Abin paralela".O monitoramento ilegal ocorria, segundo as investigações, por meio do uso do programa espião First Mile. Produzido por uma empresa israelense de defesa cibern&eacute;tica, o equipamento permite monitorar os passos dos alvos escolhidos por meio da localização do celular. O software foi comprado no governo Michel Temer.</p><p align="justify">Segundo os investigadores, foram monitorados a promotora do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Rio de Janeiro Simone Sibilio, que atuou na investigação inicial do caso Marielle, o então presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e Camilo Santana, que era governador do Ceará e &eacute; o atual ministro da Educação."Em outra oportunidade, novamente, ficou patente a instrumentalização da Abin, para monitoramento da promotora de Justiça do Rio de Janeiro e coordenadora da força-tarefa sobre os homic&iacute;dios qualificados perpetrados em desfavor da vereadora Marielle Franco e do motorista que a acompanhava, Anderson Gomes", diz o relat&oacute;rio de investigação.</p><p align="justify">Ministros do STF</p><p align="justify">O grupo tamb&eacute;m teria atuado para difundir informações falsas e vincular os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes a uma facção criminosa. As suspeitas estão em um arquivo eletr&ocirc;nico apreendido na primeira fase da operação, realizada no ano passado. "O arquivo 'pr&eacute;via Nmni.docx’ mostra a distorção, para fins pol&iacute;ticos, da providência, indicando a pretensão &uacute;ltima de relacionar a advogada Nicole Fabre e os ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital &ndash; PCC, alimentando a difusão de fake news contra os magistrados da Suprema Corte”, complementa o relat&oacute;rio.</p><p align="justify"> Interferência</p><p align="justify"> As investigações tamb&eacute;m indicam que a Abin teria sido usada para interferir em investigações envolvendo os filhos de Bolsonaro, Jair Renan e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ramagem e os outros acusados tamb&eacute;m teriam atuado para abafar as investigações internas sobre o uso ilegal do &oacute;rgão."A alta gestão interferiu nas apurações disciplinares para que não fosse divulgada a instrumentalização da Abin", completou o relat&oacute;rio. </p><p align="justify">Defesa</p><p align="justify">Pelas redes sociais, Bolsonaro não fez comentários relacionados &agrave; operação, mas publicou um v&iacute;deo antigo no qual Ramagem informa que o programa espião foi comprado na gestão do presidente Michel Temer.Valdemar Costa Neto, presidente do PL, classificou a operação de "perseguição" a Bolsonaro.Em nota, o senador Flávio Bolsonaro negou ter sido favorecido de alguma forma pela Abin.  "Isso &eacute; um completo absurdo e mais uma tentativa de criar falsas narrativas para atacar o sobrenome Bolsonaro", afirmou.</p><p align="justify">Alexandre Ramagem ainda não se manifestou sobre a operação.<br>    </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Homem negro é denunciado por injúria racial em Alagoas</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/791/homem-negro-e-denunciado-por-injuria-racial-em-alagoas.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 21:08:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público em Alagoas denunciou um  homem negro pela suposta prática de racismo contra um cidadão italiano.  Segundo o Minist&eacute;rio Público, em uma conversa por mensagens de celular,  o denunciado afirmou que o homem que se apresenta como vítima de  racismo tinha “cabeça europeia branca escravagista”.  A promotora Hylza de Castro afirma que houve  prática do crime de injúria racial na situação. Em janeiro de 2023, o  presidente Luiz Inácio Lula da Silva...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="justify">O Minist&eacute;rio Público em Alagoas denunciou um  homem negro pela suposta prática de racismo contra um cidadão italiano.  Segundo o Minist&eacute;rio Público, em uma conversa por mensagens de celular,  o denunciado afirmou que o homem que se apresenta como vítima de  racismo tinha “cabeça europeia branca escravagista”.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1576832&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1576832&o=node"></p>  <p align="justify">A promotora Hylza de Castro afirma que houve  prática do crime de injúria racial na situação. Em janeiro de 2023, o  presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que equipara a  injúria racial ao racismo.</p>  <p align="justify">Conforme a denúncia, a discussão está  inserida em uma s&eacute;rie de disputas entre os dois, incluindo  desentendimentos sobre a venda de parte de um terreno.</p>  <h2 align="justify">Distorção</h2>  <p align="justify">Para o advogado do Núcleo de Advocacia  Racial do Instituto do Negro de Alagoas, Pedro Gomes, que acompanha o  caso, a denúncia distorce a legislação sobre racismo. “As ações  discriminat&oacute;rias que são abarcadas na lei são contra pessoas ou contra  um grupo de pessoas que, posta a condição de proveniência geográfica, de  etnia, de cor ou de religião, sofrem algum tipo de tratamento  discriminat&oacute;rio que outras pessoas não sofrem por razão de sua cor”,  explicou.</p>  <p align="justify">No caso dos italianos ou de outros povos e  etnias que não têm hist&oacute;rico de discriminação, não há, na avaliação de  Gomes, como existir o crime de racismo. “Ela [<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14532.htm" target="_blank">Lei 14.532</a>]  delimita muito bem claro que não tem, dentro do ordenamento jurídico  brasileiro, não tem como existir racismo reverso”, enfatiza o advogado.</p>  <p align="justify">Segundo Gomes, o Instituto do Negro recebeu  com “perplexidade” a denúncia e vai trabalhar pelo arquivamento da ação.  “Não &eacute; possível ver uma lei que &eacute; tão importante pra o povo negro e tão  importante pra o povo brasileiro mesmo como um todo, ser deturpada a  ponto de você punir, você tentar agora punir as vítimas e proteger os  agressores”, afirmou.</p><p align="justify"><br></p><p align="justify"><br></p><p>    </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>TSE recebe até amanhã sugestões sobre regras para eleições municipais</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/790/tse-recebe-ate-amanha-sugestoes-sobre-regras-para-eleicoes-municipais.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 12:20:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[                                                               O  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebe at&eacute; esta sexta-feira (19)  sugestões sobre as regras que vão valer para as eleições municipais de  outubro. Ao todo, são dez temas sob consulta, que devem ser regulados  por resoluções eleitorais a serem votadas pelos ministros da corte.   Entre os assuntos mais sens&iacute;veis em discussão está a regulamentação do uso da inteligência artificial  no contexto das...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="post-item-wrap">                                                               <p align="justify">O  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebe at&eacute; esta sexta-feira (19)  sugestões sobre as regras que vão valer para as eleições municipais de  outubro. Ao todo, são dez temas sob consulta, que devem ser regulados  por resoluções eleitorais a serem votadas pelos ministros da corte. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1576810&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1576810&amp;o=node"></p>  <p align="justify">Entre os assuntos mais sens&iacute;veis em discussão está a regulamentação do uso da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-01/tse-deve-aprovar-regras-para-uso-da-inteligencia-artificial-na-eleicao" target="_blank">inteligência artificial</a>  no contexto das eleições. Um dos objetivos &eacute; evitar a circulação de  montagens de imagens e vozes produzidas por aplicativos de inteligência  artificial para manipular declarações falsas de candidatos e autoridades  envolvidas com a organização do pleito. </p>  <p align="justify">No portal do TSE, os interessados podem  encontrar a minuta da resolução sobre propaganda eleitoral, que trata de  inteligência artificial, e tamb&eacute;m sobre mais nove temas, que incluem  propaganda eleitoral, pesquisas eleitorais, prestação de contas,  auditoria do processo eleitoral e il&iacute;citos eleitorais, entre outros. </p>  <p align="justify">Qualquer pessoa f&iacute;sica ou jur&iacute;dica pode  enviar contribuições sobre as regras eleitorais ao TSE, por meio de  formulário eletr&ocirc;nico. Ap&oacute;s receber as sugestões, a Corte vai realizar  uma s&eacute;rie de audiências p&uacute;blicas para expor e discutir poss&iacute;veis  alterações nas minutas de resolução. </p>  <p align="justify">As audiências p&uacute;blicas serão realizadas  de 23 a 25 de janeiro, na sede do TSE, em Bras&iacute;lia, sob comando da  ministra Cármen L&uacute;cia, relatora das resoluções sobre as regras  eleitorais. Haverá transmissão ao vivo pelo canal da corte no YouTube. </p>  <p align="justify">As pessoas ou instituições autoras das  sugestões podem solicitar o uso da palavra no momento do envio das  contribuições. A participação poderá ser presencial ou virtual. A lista  de inscrições deferidas será divulgada no Portal do TSE no dia 22 de  janeiro de 2024.</p>  <p align="justify">Todas as informações sobre as minutas das resoluções eleitorais e as respectivas audiências p&uacute;blicas podem ser encontradas no <a href="https://www.tse.jus.br/servicos-judiciais/audiencias-publicas/audiencias-publicas-sobre-as-minutas-das-resolucoes-que-regerao-as-eleicoes-2024" target="_blank">portal do TSE</a>. </p>  <p align="justify">As eleições municipais estão marcadas para 6 de outubro, com eventual segundo turno marcado para 27 de outubro. </p> 		        </div><p>  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Presidente Lula Sanciona Lei que Amplia Feriado de Zumbi e da Consciência Negra para Todo o Brasil</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/755/presidente-lula-sanciona-lei-que-amplia-feriado-de-zumbi-e-da-consciencia-negra-para-todo-o-brasil.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 20:05:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em uma decisão hist&oacute;rica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (21) o projeto de lei que estabelece o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra como feriado em todo o territ&oacute;rio brasileiro. A medida, já aprovada pelo Congresso Nacional no último mês, amplia a celebração, que antes era observada como feriado apenas em seis estados e em mais de 1,2 mil cidades por meio de legislações municipais e estaduais.A data, marcada em 20 de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Em uma decisão hist&oacute;rica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (21) o projeto de lei que estabelece o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra como feriado em todo o territ&oacute;rio brasileiro. A medida, já aprovada pelo Congresso Nacional no último mês, amplia a celebração, que antes era observada como feriado apenas em seis estados e em mais de 1,2 mil cidades por meio de legislações municipais e estaduais.</span></p><p style="text-align: justify;">A data, marcada em 20 de novembro, homenageia o líder do Quilombo dos Palmares, símbolo de resistência contra a escravização negra no período colonial brasileiro. Agora, a efetivação do feriado a nível nacional está prevista a partir de 2024.</p><p style="text-align: justify;">A iniciativa tamb&eacute;m reforça um compromisso de longa data com a educação sobre a cultura afro-brasileira. Desde 2003, as escolas são obrigadas a incluir o ensino de hist&oacute;ria e cultura afro-brasileira em seus currículos. Em 2011, a ex-presidente Dilma Rousseff oficializou o 20 de novembro como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.</p><p style="text-align: justify;">A sanção presidencial representa um passo significativo na valorização da hist&oacute;ria e cultura afro-brasileira, destacando a importância de reconhecer e celebrar a contribuição fundamental da comunidade negra para a construção da identidade nacional.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Ministério dos Direitos Humanos apresenta levantamento inédito sobre adolescentes em restrição de liberdade e destaca avanços no Programa de Proteção à Crianças Ameaçadas de Morte</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/733/ministerio-dos-direitos-humanos-apresenta-levantamento-inedito-sobre-adolescentes-em-restricao-de-li.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 19:46:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ap&oacute;s seis anos de espera, o Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lançou o tão aguardado Levantamento Anual do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), marcando um marco significativo durante a celebração dos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.Os dados rec&eacute;m-divulgados revelam a situação de 11.664 adolescentes submetidos a medidas socioeducativas, destacando 9.656 em cumprimento de semiliberdade e internação. A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s seis anos de espera, o Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lançou o tão aguardado Levantamento Anual do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), marcando um marco significativo durante a celebração dos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p><p style="text-align: justify;">Os dados rec&eacute;m-divulgados revelam a situação de 11.664 adolescentes submetidos a medidas socioeducativas, destacando 9.656 em cumprimento de semiliberdade e internação. A coordenadora-geral das Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas Socioeducativas, Mayara Silva, enfatiza a urgência de utilizar essas informações para aprimorar o atendimento e salvaguardar os direitos desses jovens.<br></p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m do levantamento, o MDHC apresentou iniciativas vitais para a proteção da infância e adolescência. O Programa de Proteção &agrave; Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAM) celebrou seus 20 anos expandindo para 22 estados, incluindo Roraima, Amapá, Goiás e Mato Grosso do Sul. Denise Avelino, coordenadora do programa, destaca a abordagem espec&iacute;fica em Roraima para atender crianças ind&iacute;genas, quilombolas e imigrantes.<br></p><p style="text-align: justify;">A reformulação dos sistemas de Proteção &agrave; Infância e Adolescência foi anunciada, simplificando o registro e tratamento de informações conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente. O ministro Silvio Almeida ressalta a importância dessas ações como base para pol&iacute;ticas de direitos humanos, destacando a necessidade de evidências em um cenário que negligenciou a ciência. Um passo crucial na construção de um horizonte de respeito e proteção no pa&iacute;s.</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify;"><br></p><p>  <br></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>AGU se manifesta a favor de plano nacional para combate ao racismo</title>
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			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 22:53:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O advogado-geral da União, Jorge Messias, enviou nesta terça-feira (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestação a favor da ação que pede a adoção de um plano nacional de enfrentamento ao racismo.Na sessão de amanhã (22), o Supremo vai iniciar o julgamento do processo que pode determinar ao governo federal e aos estados a adoção de pol&iacute;ticas de reparação e de enfrentamento &agrave; letalidade policial contra pessoas negras.Na manifestação, Messias mudou...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O advogado-geral da União, Jorge Messias, enviou nesta terça-feira (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestação a favor da ação que pede a adoção de um plano nacional de enfrentamento ao racismo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1568138&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1568138&amp;o=node"></p><p style="text-align: justify;">Na sessão de amanhã (22), o Supremo vai iniciar o julgamento do processo que pode determinar ao governo federal e aos estados a adoção de pol&iacute;ticas de reparação e de enfrentamento &agrave; letalidade policial contra pessoas negras.</p><p style="text-align: justify;">Na manifestação, Messias mudou posicionamento anterior da AGU. No governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, o &oacute;rgão se manifestou pela rejeição da ação na qual a Coalizão Negra por Direitos, entidade que re&uacute;ne representantes do movimento negro, e sete partidos pol&iacute;ticos (PT, PSOL, PSB, PCdoB, Rede , PDT e PV) pedem reconhecimento do "estado de coisas inconstitucional" em relação ao racismo estrutural no pa&iacute;s.</p><p style="text-align: justify;">Segundo o advogado-geral da União, o governo federal está comprometido com os direitos das pessoas negras no Brasil. "O racismo &eacute; elemento estrutural que perpetua desigualdades para a população negra, impactando seu acesso a direitos fundamentais. &Eacute; necessário enfrentar o racismo como uma estrutura social, reconhecendo-o e aplicando medidas efetivas para superar as vulnerabilidades que dele decorrem", afirmou.</p><p style="text-align: justify;">O julgamento do caso pelo plenário do STF não será finalizado nesta quarta-feira. Somente as sustentações orais das partes envolvidas no processo serão ouvidas pelos ministros. A data do julgamento será marcado posteriormente. A nova metodologia de julgamento passou a ser adotada na presidência do ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso, iniciada em setembro deste ano.</p><p><br></p><p>  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Atacante Paulinho, do Atlético-MG, sofre ataques de intolerância religiosa após estreia na seleção brasileira</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/690/atacante-paulinho-do-atletico-mg-sofre-ataques-de-intolerancia-religiosa-apos-estreia-na-selecao-bra.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 18 Nov 2023 12:18:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Redes sociais são palco de ofensas contra o jogador, praticante do candombl&eacute;, ap&oacute;s derrota do Brasil para a Col&ocirc;mbia nas Eliminat&oacute;rias da Copa de 2026No universo do futebol, onde a paixão pelo esporte muitas vezes transcende os limites do campo, o atacante Paulinho, do Atl&eacute;tico-MG, viu-se alvo de uma lamentável onda de intolerância religiosa ap&oacute;s sua estreia na seleção brasileira de futebol. Na &uacute;ltima quinta-feira (16), o Brasil enfrentou a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Redes sociais são palco de ofensas contra o jogador, praticante do candombl&eacute;, ap&oacute;s derrota do Brasil para a Col&ocirc;mbia nas Eliminat&oacute;rias da Copa de 2026</span></p><p style="text-align: justify;">No universo do futebol, onde a paixão pelo esporte muitas vezes transcende os limites do campo, o atacante Paulinho, do Atl&eacute;tico-MG, viu-se alvo de uma lamentável onda de intolerância religiosa ap&oacute;s sua estreia na seleção brasileira de futebol. Na &uacute;ltima quinta-feira (16), o Brasil enfrentou a Col&ocirc;mbia, mas a derrota por 2 a 1 não foi o &uacute;nico rev&eacute;s que o jogador teve que enfrentar.</p><p style="text-align: justify;">Praticante do candombl&eacute;, Paulinho compartilhou em suas redes sociais, no dia 6 deste mês, uma foto com a camisa verde e amarela e a expressão "Nunca foi sorte, sempre foi Ex&uacute;". Uma declaração de f&eacute; que, infelizmente, desencadeou uma s&eacute;rie de ataques ofensivos, nos quais o jogador foi pejorativamente chamado de "macumbeiro".</p><p style="text-align: justify;">Contudo, em meio &agrave; escuridão virtual, surgiram feixes de solidariedade. O Atl&eacute;tico-MG, clube pelo qual Paulinho atua, repudiou veementemente os ataques, declarando que a intolerância religiosa &eacute; crime e deve ser combatida por todos. Mensagens de apoio tamb&eacute;m vieram de outros setores, como o deputado federal Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ), que enfatizou a necessidade de enfrentar práticas criminosas como essas.</p><p style="text-align: justify;">A Mocidade, escola de samba, expressou sua solidariedade e indignação, destacando a persistência da intolerância religiosa mesmo em pleno 2023. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no in&iacute;cio do ano, sancionou a Lei 14.532/23, que equipara a inj&uacute;ria racial ao crime de racismo, buscando endurecer as punições para quem atenta contra manifestações religiosas.</p><p style="text-align: justify;">O triste epis&oacute;dio reflete uma realidade preocupante. Segundo o Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania, nos &uacute;ltimos dois anos, os atos de intolerância religiosa cresceram alarmantes 45%, afetando especialmente as religiões de matriz africana. Em meio a esses n&uacute;meros, resta &agrave; sociedade reafirmar seu compromisso contra o preconceito, lutando para que o esporte e a vida cotidiana sejam espaços de respeito e diversidade.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Quilombo Dandá Celebra o Dia da Consciência Negra com Atividades Culturais</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/681/quilombo-danda-celebra-o-dia-da-consciencia-negra-com-atividades-culturais.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
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			<pubDate>Sun, 12 Nov 2023 12:48:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[No pr&oacute;ximo dia 20 de novembro, o Quilombo Dandá, localizado no coração da ancestralidade afro-brasileira, celebrará de maneira especial o Dia da Consciência Negra. O motivo da comemoração vai al&eacute;m das atividades culturais programadas: a comunidade comemora no dia 10/12 aniversário do reconhecimento oficial como remanescente de Quilombo pela Fundação Palmares.Esse marco hist&oacute;rico representa não apenas um ato simb&oacute;lico, mas tamb&eacute;m a garantia de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="justify"><img style="width: 50%; float: left;" src="https://www.eixosnoticias.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2023/11/680_92bc4c90dd573742b3e3179985c7707d.jpg" class="note-float-left">No pr&oacute;ximo dia 20 de novembro, o Quilombo Dandá, localizado no coração da ancestralidade afro-brasileira, celebrará de maneira especial o Dia da Consciência Negra. O motivo da comemoração vai al&eacute;m das atividades culturais programadas: a comunidade comemora no dia 10/12 aniversário do reconhecimento oficial como remanescente de Quilombo pela Fundação Palmares.<br><br>Esse marco hist&oacute;rico representa não apenas um ato simb&oacute;lico, mas tamb&eacute;m a garantia de preservação da identidade e cultura do Quilombo Dandá. A Fundação Palmares reconheceu a importância da comunidade na preservação das tradições afro-brasileiras e na luta pela igualdade racial.<br><br>As festividades do Dia da Consciência Negra tamb&eacute;m &eacute; uma cerim&ocirc;nia de chamada ao pertencimento, al&eacute;m do reconhecimento, onde líderes locais, autoridades e membros da comunidade se reunirão para celebrar essa conquista. Em seguida, o Quilombo Dandá abrirá suas portas para uma s&eacute;rie de atividades culturais, incluindo apresentações de dança, música, exposições de artesanato e culinária tradicional.<br><br>"Este &eacute; um momento de celebração, mas tamb&eacute;m de reflexão sobre a importância da preservação da nossa hist&oacute;ria e cultura. O aniversário do reconhecimento da Fundação Palmares &eacute; um momento significativo para garantir que as futuras gerações possam continuar a tradição e a resistência do Quilombo Dandá", destaca Caetano Barata, membro do COMPIR de Simões Filho.<br><br>Al&eacute;m das atividades culturais, o Dia da Consciência Negra no Quilombo Dandá tamb&eacute;m contará com palestras e debates sobre a importância do contíuno reconhecimento dos quilombos e a luta contínua contra o racismo e a discriminação.<br><br>A comunidade do Quilombo Dandá convida a todos a participarem desse momento hist&oacute;rico e a compartilharem da riqueza cultural e do legado de resistência que o Dia da Consciência Negra representa para a população afro-brasileira.<br>  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Presidente Lula nomeia trio de ministros para o STJ em decisão histórica</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/675/presidente-lula-nomeia-trio-de-ministros-para-o-stj-em-decisao-historica.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 22:45:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizou, nesta sexta-feira (10), a nomeação de três novos ministros para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), marcando um momento hist&oacute;rico. A advogada Daniela Teixeira e os desembargadores Teodoro Silva Santos e Jos&eacute; Afrânio Vilela, escolhidos pessoalmente pelo presidente, foram aprovados pelo Senado em 25 de outubro. A posse dos novos membros está agendada para 22 de novembro.  ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizou, nesta sexta-feira (10), a nomeação de três novos ministros para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), marcando um momento hist&oacute;rico. A advogada Daniela Teixeira e os desembargadores Teodoro Silva Santos e Jos&eacute; Afrânio Vilela, escolhidos pessoalmente pelo presidente, foram aprovados pelo Senado em 25 de outubro. A posse dos novos membros está agendada para 22 de novembro.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title> Israel avança em Gaza, identifica bunker do líder do Hamas</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/673/israel-avanca-em-gaza-identifica-bunker-do-lider-do-hamas.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 16:29:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Israel avançou na Cidade de Gaza, atingindo o "coração" da região, conforme anunciado pelo Ministro de Defesa, Yoav Gallant. Tropas identificaram o bunker do l&iacute;der do Hamas, Yahya Sinwar, marcando a segunda fase da incursão. Benjamin Netanyahu mencionou assumir a segurança em Gaza, mas negou planos de governança p&oacute;s-guerra.]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Israel avançou na Cidade de Gaza, atingindo o "coração" da região, conforme anunciado pelo Ministro de Defesa, Yoav Gallant. Tropas identificaram o bunker do l&iacute;der do Hamas, Yahya Sinwar, marcando a segunda fase da incursão. Benjamin Netanyahu mencionou assumir a segurança em Gaza, mas negou planos de governança p&oacute;s-guerra.</span><br></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title> Polícia Federal deflagra Operação Lesa Pátria: Mandados de Prisão e Busca em Cinco Estados</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/658/policia-federal-deflagra-operacao-lesa-patria-mandados-de-prisao-e-busca-em-cinco-estados.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 09:38:50 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (25), a Pol&iacute;cia Federal realiza a 19ª fase da Operação Lesa Pátria, cumprindo cinco mandados de prisões preventivas e 13 de busca e apreensão. A ação tem como alvo pessoas envolvidas nos tumultos ocorridos em 8 de janeiro, quando as sedes do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal foram invadidas e depredadas.As medidas judiciais, relacionadas a 12 investigados, abrangem cidades como Cuiabá (MT), Cáceres (MT), Santos (SP), São...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Nesta quarta-feira (25), a Pol&iacute;cia Federal realiza a 19ª fase da Operação Lesa Pátria, cumprindo cinco mandados de prisões preventivas e 13 de busca e apreensão. A ação tem como alvo pessoas envolvidas nos tumultos ocorridos em 8 de janeiro, quando as sedes do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal foram invadidas e depredadas.</span><br></p><p style="text-align: justify;">As medidas judiciais, relacionadas a 12 investigados, abrangem cidades como Cuiabá (MT), Cáceres (MT), Santos (SP), São Gonçalo (RJ) e Bras&iacute;lia (DF). Todos os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.</p><p style="text-align: justify;">Em comunicado, a PF esclareceu que os fatos investigados envolvem crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido, al&eacute;m de crimes da lei de terrorismo.  </p>]]></content:encoded>
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			<title> STF retoma julgamento crucial sobre marco temporal para demarcação de terras indígenas</title>
			<link>https://www.eixosnoticias.com.br/noticia/598/stf-retoma-julgamento-crucial-sobre-marco-temporal-para-demarcacao-de-terras-indigenas.html</link>
			<category><![CDATA[Justiça]]></category>
			<author>caetanobarata@gmail.com (Caetano Barata)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Caetano Barata</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 07:42:56 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Bras&iacute;lia, 20 de setembro de 2023 - O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou hoje o julgamento que tem gerado intensos debates e expectativas no pa&iacute;s: a constitucionalidade do marco temporal para demarcação de terras ind&iacute;genas. A sessão foi retomada ap&oacute;s uma suspensão que se estendeu desde o dia 31 de agosto, quando o ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso proferiu o quarto voto contra o marco, estabelecendo um placar de 4 votos a 2 contra a tese.At&eacute; o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Bras&iacute;lia, 20 de setembro de 2023 - O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou hoje o julgamento que tem gerado intensos debates e expectativas no pa&iacute;s: a constitucionalidade do marco temporal para demarcação de terras ind&iacute;genas. A sessão foi retomada ap&oacute;s uma suspensão que se estendeu desde o dia 31 de agosto, quando o ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso proferiu o quarto voto contra o marco, estabelecendo um placar de 4 votos a 2 contra a tese.</span><br></p><p style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">At&eacute; o momento, os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin tamb&eacute;m manifestaram-se contrários ao marco temporal, enquanto Nunes Marques e Andr&eacute; Mendonça posicionaram-se a favor. Moraes, apesar de votar contra o limite temporal, abriu uma possibilidade de indenização a particulares que adquiriram terras de "boa-f&eacute;", o que tem gerado controv&eacute;rsias.</span><br></p><p style="text-align: justify;">De acordo com a interpretação de Moraes, a indenização poderia ser aplicada a proprietários que receberam do governo t&iacute;tulos de terras que posteriormente foram consideradas como áreas ind&iacute;genas. Contudo, essa possibilidade tem sido duramente criticada pelo movimento indigenista, com a Articulação dos Povos Ind&iacute;genas do Brasil (Apib) classificando-a como "desastrosa" e capaz de inviabilizar as demarcações. O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) tamb&eacute;m expressou preocupação, argumentando que a possibilidade de indenização ou compensação de territ&oacute;rio poderia agravar os conflitos no campo.</p><p style="text-align: justify;">O cerne do julgamento gira em torno do chamado marco temporal, que, segundo a tese defendida por proprietários de terras, restringe o direito dos ind&iacute;genas &agrave;s terras que estavam sob sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial naquela &eacute;poca. Os ind&iacute;genas têm se oposto firmemente a esse entendimento.</p><p style="text-align: justify;">O caso espec&iacute;fico que motivou essa discussão &eacute; a disputa pela posse da Terra Ind&iacute;gena (TI) Ibirama, localizada em Santa Catarina e habitada pelos povos Xokleng, Kaingang e Guarani. Parte da terra está atualmente sob questionamento por parte da procuradoria do estado, tornando-o um exemplo crucial desse embate de interesses.</p><p style="text-align: justify;">A decisão do STF, que deve ser tomada nos pr&oacute;ximos dias, terá implicações profundas tanto para os direitos ind&iacute;genas quanto para a segurança jur&iacute;dica das propriedades rurais no Brasil, sendo aguardada com grande expectativa por diversos setores da sociedade.</p><div>  <br></div>]]></content:encoded>
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