Natural do interior baiano e com uma trajetória construída a partir da educação pública, Magna levou ao evento sua experiência como educadora e escritora, dialogando com leitores, estudantes e outros autores sobre literatura, identidade e transformação social. Sua participação incluiu sessões de autógrafos, rodas de conversa e debates voltados à valorização da escrita como ferramenta de emancipação.
Durante a Bienal, a autora apresentou obras que refletem sua vivência e raízes culturais, com narrativas que transitam entre o universo rural, a memória afetiva e os desafios sociais. O público teve a oportunidade de conhecer de perto títulos como: O Menino da Mata, Vidas rurais e Quanto de ti, tempo!, que vêm ganhando espaço no cenário literário regional.
Em suas falas, Magna destacou o papel da escola pública como espaço de formação crítica e incentivo à leitura. Segundo ela, “a literatura nasce do chão que a gente pisa”, reforçando a importância de reconhecer e valorizar histórias locais.
A participação da escritora na Bienal também representa um avanço simbólico para a cidade de Simões Filho, ao evidenciar a produção intelectual de profissionais da rede municipal em um dos maiores eventos literários do estado.
Com uma escrita sensível e comprometida com suas origens, Magna Cerqueira segue ampliando seu alcance, conectando educação e literatura em um percurso que inspira novos leitores e autores.
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